lundi 30 juin 2014

II PRÊMIO VARAL DO BRASIL DE LITERATURA

Encerram-se hoje à meia noite (horário de Genebra, Suíça) as inscrições para o II Prêmio Varal do Brasil de Literatura.
Os textos serão em breve encaminhados para a comissão julgadora, que será constituída da seguinte forma:

- Clevane Pessoa de Araújo Lopes
- Luiz Carlos Amorim
- Maria de Fátima Barreto Michels
- Sabrina Bulos
- Valdeck Almeida de Jesus


O resultado do Concurso será apresentado no final de setembro e os textos vencedores de cada uma das quatro categorias, assim como as menções honrosas serão publicados na revista VARAL DO BRASIL de novembro, em sua edição de aniversário.



VENHA PARTICIPAR CONOSCO!





EL LLANTO DEL MACHO HERIDO




            Soy Hermedes, de Cerrato, en la provincia de Palencia. En esta villa hubo un concilio en el siglo XII, donde se instituyó  el nombrar heredero o por heredero del papado de Roma al que tuviera mejor papada debajo del escroto, piel que envuelve las dos glándulas secretorias de esperma.

            Me tuvo mi madre pallaqueando, espigando, rastrojeando en el valle de Noguera, Pallaresa, en Cataluña, que fue uno de los condados en que se dividió la Marca Hispánica al ser conquistada por Ludovico Pío, paleto tosco, cerril, amigo de cierto juego parecido al de las chapas, toque de arrebol en las nalgas.

            Estoy desnudo ante el espejo del armario empotrado que ahora me parece embarcación de remos  que lleva un palo  con vela de estera. Tengo puesto sobre mi cabeza un penacho formado por plumas que se doblan y caen hacia abajo comprado en Rusia. Este espejo es mucho mejor que el de la madrastra de Blancanieves, que era una pamema, engañoso de sentimiento, afecto, pasión  o cualquiera otro movimiento del ánimo.

            Me veo como un llano cubierto de hierba y sin árboles. Las dos bolitas de oro o de plata se hallan en la copela de mi mano  al ensayar las menas, mineral metalífero tal como sale del criadero,  auríferas o argentíferas.

            No sé qué hacer viéndome de esta guisa, si llantear o reír acompañado de lamentos y sollozos, Debo llorar, lo sé, porque mirándolo bien, pienso que las cosas deben hacerse con oportunidad, que ya lo dejó dicho el refrán popular: “el llanto sobre el difunto”.Me veo como  Melpómene, musa de la tragedia representada con una máscara en la mano; yo, Melpópene, representado con una máscara de órgano viril en la mano.

            A mis pies adivino una femínea chirlomirla empalagosa, exageradamente tierna y suave. Es de una carnal musa llamada Melsa, que tiene abrazado un mellizo, especie de salchichón hecho con miel. Su cuerpo es una especie de berza monacal, como aquella por la que combatieron junto al Monasterio de san Zoilo, en Carrión de los Condes, los reyes Sancho de Castilla y Alfonso de León, hermanos, en  cuya guerra quedaron con ventaja los castellanos, quedando Alfonso prisionero de su hermano, apresado en la iglesia de Santa María de Carrión, donde había ido a refugiarse, siendo denunciado por su párroco, pues el tal Alfonso le obligó a hacerle una mamada, prometiendo elevarle  a la categoría de capitán general entre nosotros, si se la hacía.

            Hechura que, por otra parte,  más tarde, adoptaron los templarios, la antigua orden monástica militar llamada del Templo, en su calidad o estado  del genio o humor (estar de buen o mal temple) en el tentadero espiritual  donde se prueba la bravura  de los becerros  que se han de destinar a las guerras de religión o Cruzadas, expediciones armadas de carácter religioso dirigidas contra los musulmanes al principio con el fin de rescatar los Santos Lugares, y más adelante sin otro objeto que el de follar y joder con ellos y a ellos con esa postura de las manos al tocar las cuerdas de la guitarra, excoriando, gastando o corroyendo el cutis dejando la carne al descubierto.

            Cuentan que el tal Sancho era hijo de una nodriza respecto del ajeno que ella crió y viceversa.

            Mi hombría ya no podría heredarse. Me había convertido en un hereje del pene sosteniendo con pertinacia una herejía lacerada más o menos en el cuerpo de un ser viviente con un cuerpo extraño, como Congreso o Concilio dejando ver sin darse cuenta un escozor  respirando por la herida  de un paraje donde se debate el aborto propiedad de la mujer , aborto mayorazgo de femineidad,  y se abate la caza de volatería perseguida por un ave de rapiña que quiere hermanar, unir, juntar, uniformar, hacer hermano  a uno de otro en sentido místico o espiritual, como aquel Malón de Chaide, Pedro, religioso agustino aragonés del siglo XVI que escribía notablemente mientras le acariciaban y tocaban su malviz, especie de tordo que piaba en su entrepierna,  en el mejor estilo castellano, como los músicos sus instrumentos de percusión o de cuerda, causando sensación en la vista y en el oído como cuando chocan el sonido de una letra con el de otra.

            Me veía feo, con ese desaire marcado. Como un feto que, en realidad, carece de sexo. Y por otra parte, estupendo, admirable porque participaba de la naturaleza del fenómeno que se refiere al ser, dejando de hacer el uso de las manos por falta del mancebete, ahora mamucando o mascando con los mismos ademanes y gestos que el que mama.


-Daniel de Cullá

samedi 28 juin 2014

Semelhança entre Índia e Brasil




Muito há de semelhante entre Índia e Brasil.
Ambos são países continentais.
Ambos são medularmente religiosos.
Ambos estão procurando libertar-se do colonialismo e do subdesenvolvimento.
As massas indianas e brasileiras começam a tomar consciência de seus problemas.
De ser seu substantivo.
Do verbo ser a conjugar na estrutura do mundo atual.
A Índia, porque civilização antiga, produziu um gênio religioso, político por necessidade de participação, o Mahatma Gandhi; o Brasil apresenta Rui em Haia e a presença de liberdade e de luz para todos.
Lá, a semente amadurecida; aqui, a semente a germinar...
Sementes, porém, que semelham fermento na massa...
E que acontecer, quando levedada a massa, aqui e lá?
Historicamente, algo pode ser divisado entre ambos os povos.
Portugueses, no dealbar da época moderna, descobrem o Brasil
e chegam à Índia para onde diziam ir...
Há algo português no brasileiro, no indu um pouco também.
O português, porém, dava mais valor ao País Prodigioso (ambição comercial). Portugal divisou Brasil, Índia, portanto com os mesmos olhares.
Espirituais e materiais.
Algo está a unir-nos.
Hoje, estamos empenhados em livrar-nos do que há de negativo no Ocidente...
Saberemos sorver o que há de positivo no Ocidente?...
Tudo une brasileiros e indianos. Façamos pontes que nos unam entre Oriente e Ocidente. Não nos devemos impor coisa alguma.
Procuremos apenas. A procura objetiva e honesta ser-nos-á útil.
A Índia, com razão, repele o Materialismo ocidental, desde o Século XVI exportando ao mundo com as caravelas, as filosofias e a técnica...
O Brasil deve fazê-lo também!
As belas tradições indus, seu regionalismo diversificado, suas danças populares e clássicas, seus costumes devem aproximar-nos.
O Brasil mostrará seu anti-racismo (democracia étnica, herança também portuguesa), o espiritualismo nordestino, o sentimentalismo, sua tolerância nata, seu misticismo desde o candomblé ao catolicismo...
O mundo é um espelho.
Brasil e Índia refletem-se nele
em muita face
a mostrar
Cristo e Buda
a mostrar
amor e bondade
fé e certeza
por um mundo melhor...
_______

Buda indica o caminho: “A vós, porém, incumbe a fadiga da tarefa” (Dhammapada); Cristo disse: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida (Evangelho)”.
Obs.: Naquele tempo em que escrevi este livreto, não se falava em BRICS – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Eu citei dois BRICS – Brasil e Índia.


Dedicado à querida Jacqueline Aisenman do extraordinário Varal do Brasil.


Germano Machado,

Fundador do CEPA – Círculo de Estudo, Pensamento e Ação.

Crônica da Urda

AS ÍNDIAS DO EQUADOR
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Estive, em setembro último, no Equador, de onde só tenho lembranças lindas. Se o paraíso terrestre ainda existisse, com certeza seria parecido com o Equador.
Estive em Quito, e viajei pelo Norte do país. Eu diria que Quito tem a população mais parecida com a do Sul do Brasil que já vi pelas Américas, mas o Norte do Equador, com cer­teza, é índio.
Que paixão que são aquelas meigas e lindas índias, do Equador! Estivera, três anos antes, na Bolívia, país que, com certeza, se caracteriza pelas suas índias coloridas e tão diferentes de nós, de acordo com suas etnias e línguas, e ficara com a impressão de que todas as índias do mundo deviam parecer-se com elas. Que surpresa, então, ao chegar ao Equador!
Viajei pela região de Otavala, San Antonio e Ibarra, pátria do artesanato mais lindo do mundo, e região das índias mais limpinhas, mais cheirosas e mais lindas que se possa imaginar. Elas usam, no dia a dia, seus trajes típicos: saias pretas até o tornozelo, blusas brancas muito finas, bordadas com maravilhosa maestria, engomadas e muito bem passadas; ao pescoço, carregam um peso enorme em ouro: são dezenas, talvez centenas de correntinhas de bolinhas de ouro que, se colocadas todas juntas, devem ter uma espessura de uns 5 cm ou mais, curtas correntinhas que ficam junto do pescoço, e que formam como que um pedestal pa­ra os seus rostos de rara beleza. É claro que, nos dias atuais, aquelas correntinhas todas não poderiam ser de ouro de verdade - elas, hoje, são compradas aos magotes, em feiras populares - mas algum dia, no passado rico daquele país, com certeza as antepas­sadas daquelas índias lindas devem ter usado o mais legítimo ou­ro. Usam, ainda, para completar o traje, umas sandalhinhas do mais delicado feitio, três finos fios de couro branco se entrelaçando de uma forma que nunca havia visto.
Para completar o traje de uma dessas índias, deve haver um bebê às costas. Eles ficam dependurados às suas mães por uma faixa preta bordada, e são uma graça, com seus olhinhos negros espiando o mundo.
O mais desconcertante nesse conjunto de índias e bebês, é a simbiose perfeita como eles vivem. Fizemos diversas viagens de ônibus com muitas índias cheirosas e limpinhas, e eu não me cansava de espiar o que acontecia: as índias entram nos ônibus com os bebês às costas; sentam-se nos ônibus com os bebês as costas, viajam até o final sem tirar os bebês das costas, e não os machucam. Elas têm um jeitinho especial de sentar-se sem se encostar, e eu ficava espiando e vendo como os bebês, quando elas se sentavam, se arrumavam direitinho, os pezinhos dobrados sobre o banco dos ônibus, numa posição confortável e sem dor. São bebês que nunca choram, já que estão sempre bem juntinhos das mães nunca precisam ter medo ou se sentirem abandonados.
A História nos conta que o último dos grandes Imperadores Incas conquistou o Equador, e que lá, apaixonou-se perdidamente por uma índia. Os imperadores Incas sempre tiveram muitos filhos, mas só poderia ser herdeiro do trono o filho mais velho, tido com a mulher legítima. Isto tinha sido assim desde os primórdios do império, e sempre tinha funcionado direitinho. O último dos grandes imperadores já tinha o seu herdeiro legítimo e, teoricamente, a sua sucessão estava resolvida. Foi aí que en­traram as índias do Equador no meio. Foi louca a paixão do Impe­rador Inca pela índia de Quito; com ela teve um filho, com o novo filho quis dividir seu Império, e o fez. Quando ele morreu, os dois filhos passaram a brigar pela posse total do Império, e estavam os Incas divididos por uma guerra civil quando os espanhóis chegaram nas suas terras. Povo dividido é povo fraco (isto serve de reflexão para os separatistas do Sul do Brasil), e os espa­nhóis puderam vencer sem mais problemas os guerreiros do grande Império americano.
O Império Inca caiu por causa de uma índia do Equador. Eu estive lá, e as vi, e entendi. Elas são tão lindas, tão meigas, tão delicadas, tão cheirosas, que podem virar a cabe­ça de qualquer imperador. O Grande Imperador da América do Sul perdeu o tino, a cabeça e o coração por uma delas, e acabou destruindo o seu Império. Mas basta a gente olhar para elas para en­tender.

Blumenau, 11 de janeiro de 1997.
Urda Alice Klueger
Escritora, historiadora, doutora em Geografia pela UFPR


vendredi 27 juin 2014

Convite


Paz Interior


Novo livro de Leonia Oliveira!

MADRUGADA DE QUASE NOITE EM TEIMOSIA


CHEGOU!!!! DISPONÍVEL TAMBÉM EM TODOS OS CANAIS DA AMAZON

MADRUGADA DE QUASE NOITE EM TEIMOSIA
Authored by leonia oliveira

List Price: $10.00

8.25" x 6" (20.955 x 15.24 cm)
Black & White on White paper
168 pages
ISBN-13: 978-1500280901 (CreateSpace-Assigned)
ISBN-10: 1500280909
BISAC: Fiction / Romance / General


“Meu sexo vive em pranto”, ela diz. “Os caminhos que devemos andar para encontrar este prazer que alguém perdeu por nós”, ela anda.
Diz que perdeu seu sexo em si mesma, que a devorou. “Sou um avesso”, ela diz. Ele dilacera-se. “Acredito que você desejaria ser indolor, mas não é preciso, eu acredito”, ela lacrimeja.
Diz que codificam na hereditariedade da alma o princípio do prazer, o que seguiu este rumo por acaso, pois era preciso preencher as vagas depois da trajetória em fuga do despovoamento que sofreram de outros rumos. Diz que sente a dor que ele sente por tentar obstá-la do prazer e isto a apraz em demasia.
CreateSpace eStore: https://www.createspace.com/4868743

jeudi 26 juin 2014

EL CANTO ANAL DEL CISNE PELOTUDO



O COMO Y EN DONDE  HAY QUE BUSCAR LA CULPA DE LA ROJA

            Para mí que la Roja, cual cuento insustancial,  nunca tuvo arte en el juego de balón, y menos, sabiduría en el pase o mete gol, pues aprendieron en campos donde cocean los borricos todos. Si llegaron adonde se pusieron, no fue más que porque entre otras naciones se repartieron el cebo que traen los goles, y cayeron en la trampa aquella del padre Astete y del César enano, de que “tal galardón recibe quien a dios y a sus santos sirve”.

            Bajaron de lo alto y han aparecido en lo más bajo, y ya el oficio de difuntos  se entona para ellos en la Iglesia de los Jerónimos en Madrid. Por la chulería institucional y su falso engreimiento comercial murió la Roja. “Otra vez habéis sido pobre, entrenador”, dijo un fraile de Frailes, en la provincia de Jaén. Y es muy bueno saber del césped del campo de fútbol y ver a los señorones de la Fifa detrás de las albardas. Como también es bueno, muy bueno, conocer algunas opiniones de criadas, obreros, señoritos cuando han visto a sus estrellas por el suelo y querer adivinar el por qué tropezaron según ellos. Oigámosles:

            Uno de Salamanca dice “que la culpa la han tenido los jugadores y, en especial alguno de ellos, pues no hacían más que mirar a las gradas y cual mancebo que va al lugar de la novia que se la está pegando con otro, adivinar soñando el primer anal como el de Kayden Kross.

            Uno de Granada dice “que la culpa fue porque no querían ser partícipes de una coronación real a la fuerza y verse traídos a la gamella, sometidos por maña o por fuerza”.

            Uno de Burgos, que trabaja en la Fábrica de Moneda, y vende huevos, dice; Ostia, qué equipo. ¡Manda huevos¡ Yo he visto al portero quedarse ensimismado como quien ve el culo de Kim Kardashian saliendo del césped”.

            Otro que es andaluz, pero que no dice de dónde, dice que  fue culpa del entrenador, que veía el campo como un rancho deportivo y que tenía que haberse comportado cual lobo y no cual cordero modorro, pues él le vio atisbar  a una señorona, como él hacía, que se parecía mucho a Seline Von Naas enseñando una vista privilegiada de un lunar acentuado en su teta derecha, en deporte con perspectiva.

            Oto, que es de Vendrell,  en Tarragona, dice que  “hablando y chuleando, la Roja a la nada” Y ¡muy bien¡ Para celebrarlo. Que su entrenador fue como el viejo honrado de Alcubillas, manera de llamarle beodo.  Que por culpa de sentirse empalador negro en el baile exótico de los balones de cacao, La Roja se sintió tundidora cortando o igualando con tijeras el pelo del césped.

            Otro , que es de Madrid, y con cara de alguacil de los de antes, dice que : la culpa fue de una presentadora del Tiempo china en cueros, que adivina las nubes y los ciclones por mar y por tierra, y parte de esa duración (tiempo largo o corto), y época durante la cual sucedió ( en tiempo de Felipe VI), mientras se la está beneficiando el director de su canal de televisión, también en cueros, y por detrás, con oportunidad, ocasión y coyuntura de hacer algo con y por el Clima y su estado atmosférico: (“ hoy esta selección de la Roja tiene mal tiempo. Tendrá que aguantar un tiempo”, dijo la chinita).

            Y, para terminar, recordad que: “El yo soy y el pelotudo, no es todo uno”,  que le dijo Jacob a Esaú. Y Esaú a Jacob: “A mal tiempo, buena cara, y a tomar por culo”.

-Daniel de Cullá



TRAJETÓRIA OPOSTA



Reescrevo a raiva em papel
de seda. Encarto a ira
              no final do quadro.

Enquadro a tristeza em soslaio.
Remeto a visão ao desatino.

Depois
recebo as honras e a gala.

Engalano a morte em suspiros.

(Pedro Du Bois, inédito)



Dia do Escritor de Ribeirão Preto com Dr. Nelson Jacintho no "Ponto & Vírgula"!

            Olá, amigos!  Olha eu aqui com meu recadinho de quarta-feira!

            Hoje, ao meio dia, no “Ponto & Vírgula” na TVRP, e sexta-feira às 20h na TV MAIS RIBEIRÃO um programa bem especial!
1º Bloco
- A Poeta de Ontem: Maria Lúcia Cardoso dos Santos - Poema: “Chegastes com a Poesia”

- A Poeta de Hoje: Neusa Bridon dos Santos Garcia - Poema: “Nomofobia”

2º Bloco
- Dr. Nelson Jacintho, presidente da Academia Ribeirãopretana de Letras, fala sobre o Dia do Escritor de Ribeirão Preto e ARL.

- Ed Lemos, José Carlos Minto e José Roberto - Música - ”Granada”

            Imperdível!

            Espero vocês!

            Um abraço.

            Irene

PS: No mesmo horário pela Internet
http://www.justin.tv/tvrp (amanhã as 12h) e www.canal20.com.br  (sexta-feira as 20h)


Irene Coimbra 

Produtora e Editora - Programa e Revista Ponto & Vírgula

mercredi 25 juin 2014

VII Encontro de Escritores Moçambicanos na Diáspora



VII ENCONTRO DE ESCRITORES MOÇAMBICANOS NA DIÁSPORA
SEXTA-FEIRA – 27 DE JUNHO

14h00
Recepção e boas-vindas por Delmar Maia Gonçalves (Curador dos EEMD)
14h05
Pilar Del Rio (Presidente da Fundação José Saramago) a confirmar
14h15
Dra. Fernanda Lichale (Embaixadora de Moçambique) a confirmar
14h25
Francisco Nunes Ramos (Observatório de Língua Portuguesa)
14h35
Mário Máximo (Escritor e Presidente do Conselho de Administração da Municipália) - “Língua Portuguesa factor de união”

14h45
Homenagem Póstuma à escritora Moçambicana Glória de Sant’Anna
Com a presença de  Inez Andrade Paes e Andrea Paes.
Vítor Oliveira Mateus – “A fulguração do instante como fundamento da serenidade na poesia de Glória de Sant’Anna”
Inez Andrade Paes – “O silêncio das manhãs”


15h00
Momento de dança de ventre com Susana Amira


LITERATURA MOÇAMBICANA
15h10
Ascencio de Freitas – “A Reconquista de Olivença” (Prémio Vergílio Ferreira) Comentário do autor ao seu próprio romance. 
15h20
Delmar Maia Gonçalves – “Tchanaze, a Princesa de Sena” de Carlos Paradona Rufino Roque
15h30
Maria Paula Meneses – “Moçambique no Índico: as linguagens dos sabores”
15h40
Fernanda Angius – “Os escritores emergentes no panorama literário moçambicano”


15h50
HOMENAGEM
Sónia Sultuane – “Breve intervenção”


LITERATURA MOÇAMBICANA
16h00
Alex Dau – “Percursos e experiências na Literatura Moçambicana” (a confirmar)
16h10
Madalena Mendes – “Em transcurso pelas veredas das paisagens literárias”
16h20
Filipa Vera Jardim – “Nos Terra”
16h30
Jorge Viegas – Navegação sem bússola na poesia moçambicana”

16h40
LANÇAMENTOS
 “Mares de Olhares em Mestiçagens de Poesia” de Delmar Maia Gonçalves


16h50
Momento de dança com Jovens Marrabenta

17h00
Encerramento


SÁBADO – 28 DE JUNHO

10h00
Recepção – reabertura do encontro por Delmar Maia Gonçalves

LUSOFONIA
10h05
Rodrigo Sobral Cunha – “Lusotropia”
10h15
Carlos Jorge Pedroso – “Lusofonia e Diáspora”
10h25
Rodrigues Vaz – “Lusofonia: mitos e patranhas”


10h35
LANÇAMENTOS
Apresentação da Revista Nova Águia nº13 com Renato Epifânio



INTERCULTURALIDADE
11h00
Danilo Salvaterra – “A Casa Internacional de São Tomé e Príncipe em Portugal”-Uma Missão para o Mundo
11h10
Manuel Dias Duarte – Conversa sobre o livro “Mulheres com poder e autoridade – contributos para a reintegração das mulheres na história”
11h20
Rosa Vaz – Uma Artista Plástica Angolana “25 anos de Arte”


11h30
Momento Musical com Talenti Tanto
11h45
LEITURAS DE POESIA
Sibila Aguiar | Lourdes Peliz | Liliana Lima


12h00
LANÇAMENTOS
Autores da Editora Mágico de Oz
 “A vida Inspira-nos” de Márcio Batalha(Poeta  Angolano)
 “A noiva da colina” de Francilangela Clarindo (Escritora Brasileira)


12h30
Almoço livre


14h00
LANÇAMENTOS
 “Poalha de MusaM’Biki” de Ribeiro-Canotilho


14h20
LEITURAS DE POESIA
Maria do Sameiro Barroso | Fernando Grade | Vera Novo Fornelos

14h35
LEITURAS DE POESIA
Gisela Torquato Cosme | Luís Ferreira | Carlos Peres Feio

14h50
HOMENAGENS
Hosten Yassine Ali

15h00
LANÇAMENTOS
 “Da Poesia? Ou de como se justifica um ponto de interrogação.”
de Jorge Viegas


15h20
LEITURAS DE POESIA
Conceição Oliveira | Ana Dias | Lopito Feijoo

15h35
LEITURAS DE POESIA
Isa Fontes | Luísa Demétrio Raposo | Goretti Pina

15h50
“A poesia angola no caminho doloroso da História”
Zetho Cunha Gonçalves | João Melo | José Luandino Vieira


16h20
Momento Poético-musical com Fercy Nery


16h30
LANÇAMENTOS
Antologia Universal Lusófona “Rio dos Bons Sinais”

17h00
Encerramento



--
CEMD

Cìrculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora

Nossos amigos os livros!


mardi 24 juin 2014

VARAL DE JULHO/AGOSTO!

VARAL ESTENDIDO!


Chegamos com mais uma edição de nossa revista!
Dizer para vocês o imenso prazer que é ter tanta gente participando, é quase impossível, pois esta alegria vem desde o nosso primeiro número, quando mesmo com poucos participantes levávamos em frente o nosso desejo de divulgar, sem frescuras, todos os que amam escrever.
Este ano participamos com sucesso do 28o Salão Internacional do Livro e da Imprensa de Genebra. Foi nossa terceira participação e conseguimos, entre autores participantes e visitantes, obter uma química inigualável!
Mostramos que o objetivo principal de quem aprecia a literatura é divulgá-la, apresentá-la em sua melhor forma e dar ao público a oportunidade de conhecer autores que ele não conheceria de outra forma, já que a mídia não propaga a grande maioria dos novos autores.
Mostramos também que a vida literária não é feita tão somente de prêmios e medalhas como muitos pensam: fomos bem além deste estereótipo!
Lançamos durante o evento em Genebra o livro Varal Antológico 4, quarta antologia de nosso projeto.
Contando com uma diagramação arrojada e textos de qualidade, o livro Varal Antológico 4 foi sucesso junto ao público leitor!
E é realizando atividades de qualidade, onde a literatura, sem frescuras, une o público com os autores, que o Varal do Brasil tem seguido o seu caminho pleno de êxito.
Agradecemos aos autores que participam conosco de nossas atividades, assim como ao público que nos brinda com sua leitura, sua presença e seu carinho.
Agradecemos aos que nos apoiam.
E seguimos em frente. Já preparando o Salão do Livro de Genebra para 2015 e o livro Varal Antológico 5.
Esperamos que você venha conosco!

Até a próxima edição!


Peça pelo e-mail varaldobrasil@gmail.com ou

Leia aqui: http://fr.scribd.com/doc/230906952/VARAL-NO-30-JULHO-pdf

Ou leia todas as nossas revistas no nosso novo site: www.varaldobrasil.com

lundi 23 juin 2014

ACABANDO COM A MATA


EMANUEL MEDEIROS VIEIRA

Levantamento realizado pela ONG SOS Mata Atlântica e pelo Inpe mostra que, hoje, só existe 8,5%da mata original.
“Foram 24 mil campos de futebol que desapareceram em um ano. A destruição da mata atlântica continua subindo”, escreve Eduardo Geraque.
Desde 2008, o acompanhamento anual do desmatamento da floresta atlântica não registrava índices tão elevados.
O que resta agora da mata atlântica equivale a 8,5% da cobertura original deste bioma, que ocupava antes do descobrimento.
Em 28 anos, desde que começou o monitoramento detalhado do sumiço da mata atlântica, o bioma perdeu uma área igual a 12 vezes o município de São Paulo.
Palavras de um ecologista chato?  Não. É o que resta ainda do país, que se deseja preservar. É a própria vida das novas gerações que está em jogo. E um jogo no qual estamos perdendo.
Não é um fla-flu partidário. A palavra – insisto – chama-se vida.

(Brasília, junho de 2014)

Crônica da Urda

SOBRE VIRA-LATAS


(Escrito em 1997, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso))

O cachorrinho da filha da minha amiga Ângela morreu, e a menina está sofrendo um monte. Ângela estava me contando a história dos cachorrinhos da filha: já tivera bem uma meia dúzia de finos filhotes de raça, e todos morreram de coisas bobas, como gastrite ou reação a vacinas. O drama começou anos atrás, quando Ângela morava lá longe, em Rondônia, e sua filha ganhou o primeiro filhote de raça. Depois do sofrimento de perder uns três bichinhos de estimação, uma pessoa lá de Rondônia disse para Ângela:
– Por que vocês não arranjam um vira-lata?
Arranjaram, e foram felizes com ele. Perguntei a Ângela:
– E de que morreu o vira-lata?
– O vira-lata não morreu. Ficou lá em Rondônia, quando nos mudamos. Está lá, lépido e feliz.
Aconselhei Ângela a arranjar outro vira-lata, que não vai morrer de coisas bobas e que será companheiro da sua filha até morrer de velho. E, ao lembrar dessa resistente raça de cachorros que se cria em qualquer canto, que parece brotar sozinha do chão, acabei refletindo um monte.
Assim como os vira-latas, o nosso povo brasileiro é fortissimamente resistente às adversidades. Geneticamente, as duas raças têm origens semelhantes: resultam do cruzamento de todas as possíveis raças existentes neste mundo. Se olharmos para os cachorros vira-latas, veremos que eles tomam todas as formas, todos os feitios, apesar de continuarem tendo as características básicas de quatro patas, um focinho, dois olhos e um rabo. Nosso povo brasileiro também tem todas as formas, feitios e cores – viajando-se pelo mundo, jamais se sabe quando se encontra um brasileiro – um brasileiro pode ter qualquer cara, qualquer cor,  qualquer tamanho.
Andréia, a moça que me vendeu as passagens para a mais recente viagem que fiz, estava me contando o valor dos passaportes brasileiros roubados: passaporte brasileiro tem altíssimo valor entre os ladrões, entre os que querem viajar incógnitos. Num passaporte brasileiro pode-se colocar qualquer fotografia combinando com qualquer nome. Numa fronteira, jamais se saberá se o nome de ‘João da Silva’ ou ‘Ingo Pfuetzenreiter’ deverá ter uma cara de preto, branco, japonês ou qualquer outra. Somos internacionalmente conhecidos como um povo vira-latas, e temos a resistência desses bichinhos que se formaram a partir de todas as heranças genéticas possíveis. Vejamos.
Qual outro povo, como o nosso, agüentaria o tranco de passar por todos os Planos Econômicos que passamos nos últimos vinte anos, e sair deles sem problema, curtindo a alegria do Carnaval e da vida como se nunca tivesse sofrido uma adversidade? Qual outro povo, como o nosso, conseguiria fazer piada de tudo, das boas e más coisas, e ser alegre mesmo nas piores horas? Somos um povo intrinsecamente para cima, um povo que conta piadas em velórios e ri porque está sem dinheiro; temos uma alegria única no mundo, e sobrevivemos às piores crises com um jogo de cintura invejável. Há que se ser um povo vira-latas para sobrevivermos a todas as adversidades que este País nos fornece – tento imaginar o brasileiro como um povo de pedigree, morrendo de reações a vacinas e outras coisas bobas – já teríamos sido extintos fazia tempo. Graças a Deus temos a resistência dos vira-latas, temos aquilo que os antigos diziam ser “couro duro”, estamos sempre prontos a enfrentar mais alguma loucura dos nossos governos  e sobreviver, e rir e fazer piadas sobre a ultima crise.
Graças a Deus, esta nossa raça brasileira é muito e muito vira-latas. Este caldeirão de etnias que se formou no Brasil foi a melhor coisa que aconteceu ao nosso País; resultou nessa gente linda, inteligente, resistente, criativa que nós temos; tornou-nos um povo único sob o sol. Eu tenho o maior orgulho de ser uma brasileira vira-latas (tenho seis etnias misturadas). Vejo uma porção de gente, ao meu redor, tentando conseguir passaportes alemães e italianos, usando as prerrogativas de serem descendentes de tais povos, e fico abismada: para que querer um passaporte estrangeiro, se temos a ventura de sermos brasileiros? Jamais iria atrás de um passaporte desses; orgulho-me do meu passaporte brasileiro, passaporte de vira-latas, graças a Deus!
É maravilhoso pertencer-se a um povo como nosso!



Blumenau, 11 de fevereiro de 1997.
Urda Alice Klueger

Escritora, historiadora e doutora em Geografia pela UFPR

samedi 21 juin 2014

Sarau Junino BAUHAUS e Ponto & Vírgula - Convite!Convite!

Convite!
            Amigos, é com muita alegria que os convidamos para o “Sarau Junino BAUHAUS e Ponto & Vírgula” dia 27 de junho (sexta-feira) com início às 19h30 na Escola BAUHAUS – Rua Mariana Junqueira, 623 – Centro.
Programação
Abertura com Denise Jacometti Carpenter (Diretora da Bauhaus) e Irene Coimbra (“Ponto & Vírgula”)

“Coral tom Sete” (TomSete Escola de Música)

Lançamento da 15ª edição da Revista Ponto & Vírgula!!!
Homenagem ao Poeta Antonio Ventura e aos apoiadores da Revista!
Declamação de Poemas e Bingo Livro  

Quadrilha, Pula-pula, Piscina de Bolinhas, Tobogã e Escorregador para a Criançada!!!
Adesão = R$25,00
(4 cartelas do Bingo Livro, um crepe e um refrigerante.)

Tabela de preços do “Arraiar da BAUHAUS e Ponto & Vírgula”
Barraca do algodão doce............................. 2,00
Barraca da pipoca ....................................... 1,00
Barraca do mini hot dog............................... 2,00
Barraca da mini pizza...................................  2,00
Barraca do crepe ......................................... 4,00
Barraca do vinho quente e quentão............   2,00
Refrigerante................................................   2,00
Doces ........................................................    2,00
Cartela do Bingo Livro ...............................    5,00

Prá criançada brincá
Cama elástica            ..............................     3,00
Piscina de bolinhas .................................    3,00
Tobogã ...................................................      3,00


PS: A Renda dos os comes e bebes será para o SONHO REAL (núcleo assistencial e educacional sito a Rua Inácio Salomão 424,  que atende crianças, desde bebês até adolescentes e suas famílias).

Irene Coimbra 
Produtora e Editora - Programa e Revista Ponto & Vírgula


SUSTO


        Teresinka Pereira


Ficamos inebriados
pela claridade do dia
e pela lua prateada.
Dissimulamos o susto,
as emoções e até o veneno
que o coração entreaberto
reclama para reafirmar
nosso poder de assalto.
Todos esses riscos
são abafados pela cordialidade
que nos impõe
a convivência em paz
com a humanidade
que é toda sofredora.

*********

Cineclube ABI-CAL - "MEMÓRIA DO MOVIMENTO ESTUDANTIL", dia26/06, às 18:30h

O Cine ABI, em parceria com o Cineclube da Casa da América Latina,

Apresentam:


Memória do Movimento Estudantil

Direção de Sílvio Tendler
2007
Documentário - 59 min.


26 de junho
quinta-feira
a partir das 18h30

na ABI
(Associação Brasileira de Imprensa)
Rua Araújo Porto Alegre, 71 - 7° andar
Centro (próx. ao metrô Cinelândia)




Sinopse: O filme "Memória do Movimento Estudantil", juntamente com "O Afeto que se Encerra em Nosso Peito Juvenil" fazem parte do projeto "Memória do Movimento Estudantil" que vem resgatando a história da militância no Brasil. Uma das principais ações da iniciativa foi o registro de 100 depoimentos com os principais expoentes do movimento estudantil.



Após a exibição do filme, haverá debate. 
Serão concedidos certificados aos participantes.
Os 25 primeiros que chegarem terão direito a pipoca e guaraná grátis
!

 

cortesia: Sindipetro-RJ
 
apoio: ABI Associação Brasileira de Imprensa
 
realização: Casa da América Latina
 

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