vendredi 29 mai 2015

SUGESTOES DE BOA LEITURA

OFICINA REALIZADA NO GRUPO DO VARAL DO BRASIL NO FACEBOOK 




 AGROVAL
 (Manoel de Barros)

Por vezes, nas proximidades dos brejos ressecos, se encontram arraias enterradas. Quando as águas encurtam nos brejos, a arraia escolhe uma terra propícia, pousa sobre ela como um disco abre com as suas asas uma cama, faz chão úbere por baixo, - e se enterra. Ali vai passar o período da seca. Parece uma roda de carreta adernada.

Como pouco, por baixo de suas abas, lateja um agroval de vermes, cascudos, girinos e tantas espécies de insetos e parasitas, que procuram o sítio como um ventre.

Ali, por debaixo da arraia, se instaura uma química de brejo. Um útero vegetal, insetal, natural. A troca de linfas, de reima, de rumem que ali se instaura, é como um grande tumor que lateja.

Faz-se debaixo da arraia a miniatura de um brejo. A vida que germinava no brejo, transfere-se para o grande ventre preparado pela matrona arraia. É o próprio gromel dos cascudos!

Penso na troca de favores que se estabelece; no mutualismo; no amparo que as espécies se dão. Nas descargas de ajudas; no equilíbrio que ali se completa entre os rascunhos de vida dos seres minúsculos. Entre os corpos truncados. As teias ainda sem aranha. Os olhos ainda sem luz. As penas sem movimento. Os remendos de vermes. Os bulbos de cobras. Arquétipos de carunchos.

Penso nos embriões dos atos. Uma boa disforme de rapa- canoa que começa a querer se grudar nas coisas. Rudimentos rombudos de um olho de árvore. Os indícios de ínfimas sociedades. Os liames primordiais entre paredes e lesmas. Também os germes das primeiras idéias de uma convivência entre lagartos e pedras. O embrião de um mussum sem estames, que renega ter asas.

Antepassados de antúrios e borboletas que procuram uma nesga de sol.

Penso num comércio de frisos e de asas, de sucos de sêmem e de pólen, de mudas de escamas, de pus e de sementes. Um comércio de cios e cantos virtuais; de gosma e de lêndeas; de cheiro de íncolas e de rios cortados. Comércio de pequenas jias e suas conas redondas. Inacabados orifícios de tênias implumes. Um comércio corcunda de armaus e de traças; de folhas recolhidas por formigas; de orelhas-de-pau ainda em larva. Comércio de hermafroditas de instintos adesivos. As veias rasgadas de um escuro besouro. O sapo rejeitando sua infame cauda. Um comércio de anéis de escorpiões e sementes de peixe.

E ao cabo de três meses de trocas e infusões, - a chuva começa a descer. E a arraia vai levantar-se. Seu corpo deu sangue e bebeu. Na carne ainda está embutido o fedor de um carrapato. De novo ela caminha para os brejos refertos. Girinos pretos de rabinhos e olhos de feto fugiram do grande útero, e agora já fervem nas águas das chuvas.

É a pura inauguração de outro universo. Que vai corromper, irromper, irrigar e recompor a natureza.

Uma festa de insetos e aves no brejo!

Gramática Expositiva do Chão (Poesia quase toda) – Manoel de Barros.
Editora Civilização Brasileira – edição 1990.



 “O que está faltando aos homens do nosso tempo, em última análise, é um pouco mais de Poesia que os reencaminhe pela estrada de Damasco dos sonhos que não morrem, já que a alma humana necessita urgentemente de novos horizontes”. Artur Eduardo Benevides - cearense




Ausência "Não é mais tempo de pinhas/Não é mais tempo do nosso amor/Faltou ternura em nosso último contato/Faltou sabor na última pinha que comi/O gosto bom, porém, ficou em minha memória/E eu anseio por ele/Assim, rego os pés de pinha todos os dias/E cultivo o amor em pensamentos/Escrevo-lhe estes versos e entôo mantras/Tentando confundir as estações".
 de Irma Galhardo- participação na Antologia TRIBUTO A PABLO NERUDA- LITERARTE 2014. Abração Irma Galhardo, sou fã de seu trabalho, o de Escritora e de guardiã Indígenista.







 “Essa conversa de que a pessoa só da valor quando perde não é verdadeira. Cada um sabe exatamente o que tem ao seu lado. O problema é ninguém acredita que um dia vai perder.”
 (Clarice Lispector)



 Depois da Guerra "Depois da guerra vão nascer lírios nas pedras, grandes lírios cor de sangue, belas rosas desmaiadas. Depois da Guerra vai haver fertilidade, vai haver natalidade, vai haver felicidade. Depois da Guerra não haverá mais tristeza: todo o mundo se abraçando num geral desarmamento. No meio tempo, vamos dando tempo ao tempo, tomando nosso chopinho, trabalhando pra família. Se cada um ficar quieto no seu canto, fazendo as coisas certinho, sem aturar desaforo; se cada um tomar vergonha na cara, for pra guerra, for pra fila com vontade e paciência - não é possível! esse negócio melhora, porque ou eu muito me engano, ou tudo isso não passa de um grande, de um doloroso, de um atroz mal-entendido!" - Vinícius de Moraes - Para uma menina com uma flor - 1966



 . A lenda pessoal é aquilo que você sempre desejou fazer. Todas as pessoas, no começo da juventude, sabem qual é sua lenda pessoal.
Nesta altura da vida, tudo é claro, tudo é possível, e não temos medo de sonhar e de desejar tudo aquilo que gostaríamos de fazer. Entretanto, à medida que o tempo vai passando, uma misteriosa força começa a tentar provar que é impossível realizar a Lenda Pessoal.
Esta força que parece ruim, na verdade está ensinando a você como realizar sua Lenda Pessoal.
Está preparando seu espírito e sua vontade, porque existe uma grande verdade neste planeta: seja você quem for, quando quer com vontade alguma coisa, é porque este desejo nasceu na alma do Universo.
É sua missão na Terra.
 (O Alquimista)
Paulo Coelho



Do livro ONDE FOI QUE NÓS PARAMOS? De Rejane Machado, do conto Realidade e sonho, página lll:

··... Seu rosto expressava uma reação divertida. O sorriso era de mofa. Eu bem sabia a resposta. O homem jamais será completamente livre. Principalmente se é artista profissional que necessita lutar pela sobrevivência, esse mesmo é que não se pertence. Deve fazer concessões ao gosto do Diretor do jornal, ao Diretor da Escola ou Faculdade. Não pode se permitir independência. As leis do mercado sempre condicionaram o artista e decidiram a sua trajetória. E como ficar fora da corrente em voga?





LIVRO MESSE DE AMOR > > Divaldo Pereira Franco > pagina- 19 >>>> Estás convocado para construção de um mundo melhor, Desse modo, penetrarás no mundo a que realmente aspiras. Exulta, entusiasmo, e não te detenhas. Afasta o verbo da critica destruidora e defende a concha de teus ouvidos contra as acusações injustas. Não te deixes atingir pela perseguição gratuita. Só os fracos desocupados dispõem de tempo para a inutilidade das defesas inoperantes...



 A alma é uma coleção de belos quadros adornecidos, os seus rostos envolvidos pela sombra. Sua beleza é triste e nostálgica porque, sendo moradores da alma, sonhos, eles não existem do lado de fora. Vez por outra, entretanto, defrontamo-nos com um rosto (ou será apenas uma voz, ou uma maneira de olhar, ou um jeito da mão...) que, sem razões, faz a bela cena acordar. E somos possuídos pela certeza de que este rosto que os olhos contemplam é o mesmo que, no quadro, está escondido pela sombra. O corpo estremece. Está apaixonado.
Acontece, entretanto, que não existe coisa alguma que seja do tamanho do nosso amor. A nossa fome de beleza é grande demais. (...)Cedo ou tarde descobrirá que o rosto não é aquele. E a bela cena retornará à sua condição de sonho impossível da alma. E só restará a ela alimentar-se da nostalgia que rosto algum poderá satisfazer...
Rubem Alves


Gosto e preciso de ti, Mas quero logo explicar, Não gosto porque preciso. Preciso sim, por gostar. (Mário Lago)



 Amar: Fechei os olhos para não te ver e a minha boca para não dizer... E dos meus olhos fechados desceram lágrimas que não enxuguei, e da minha boca fechada nasceram sussurros e palavras mudas que te dediquei... (Mário Quintana



 “É que tem mais chão nos meus olhos do que cansaço nas minhas pernas, mais esperança nos meus passos do que tristeza nos meus ombros, mais estrada no meu coração do que medo na minha cabeça.”
(Cora Coralina)


 “Poeta, não é somente o que escreve. É aquele que sente a poesia, se extasia sensível ao achado de uma rima à autenticidade de um verso.” (Cora Coralina)


 Não riam alto, que a chuva está é dormindo.
Mia Couto


"Nada vem de graça se não for bom para o corpo, leve para o espírito e agradável para o coração. Para se manter motivado: sonhe". De autor anônimo citado no livro Onde foi que nós paramos?


ANINHA E SUAS PEDRAS
Cora Coralina

Não te deixes destruir...
Ajuntando novas pedras
e construindo novos poemas.
Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.
Faz de tua vida mesquinha
um poema.

E viverás no coração dos jovens
e na memória das gerações que hão de vir.
Esta fonte é para uso de todos os sedentos.
Toma a tua parte.
Vem a estas páginas
e não entraves seu uso
aos que têm sede.


[O Trágico Dilema]
Quando alguém pergunta a um autor o que este quis dizer, é porque um dos dois é burro.
Mario Quintana



 TEM 1 LIVRO DE UMA COLEÇÃO QUE ESTOU FAZENDO AINDA, Autor: LOBSANG RAMPA - Título do Livro : CAPÍTULOS DA VIDA. Para descontrair hoje estou relendo encontrei esta oportunidade.
Então na pág. 77 encontramos Jorge casado com Esmeralda. Vai ao Parque de diversões e lá o balanço, a gangorra eram os brinquedos à mão, de graça. E sonhava o nosso herói Jorge, que um dia teria muito dinheiro e levaria a família em todos os brinquedos. Quando de volta para casa era hora de pensar. Olhava para o céu e se perguntava: “E se um pedaço de uma estrela caísse em cima da casa com todo mundo dormindo...” E por que é que não caía?... É. Não caiu. De modo que continua”.

"É uma Tolice Desculpar um Falhado

É uma tolice desculpar um falhado com argumentos de meio, época, saúde, idade, etc. O verdadeiro triunfador cria as condições da sua realização. Que se importa a gente com as doenças de Beethoven, e que pesam elas na sua obra? A natureza, quando dá génio, dá forças, tempo e coragem para vencer todos os obstáculos que o não deixem desabrochar. Não há malogrados. O único argumento a favor da sua existência é a idade. Ora na idade de malogrados morreram Keats, Cesário e Rafael...
Construir uma vida e uma obra parece ter sido sempre a façanha dos grandes. E se Goethe precisou de oitenta anos para se cumprir, Shelley pediu um prazo mais curto à natureza. O que tinha a dizer, dizia-se mais depressa... "

Miguel Torga, in "Diário (1945)"

]


 “Lute com determinação, abrace a vida com paixão, perca com classe e vença com ousadia... porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito bela para ser insignificante.”
―Charles Chaplin-




. Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança…
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...

* Mário Quintana In: Nova antologia poética *





 Momento 5...Nao há mais nada...que eu queria dizer nao....en/cantada...com os cantos.....os sons...da percussao....a voz, a composicao...o contexto....do absoluto...numa bolha de sabao... (me faltan los tildes en portugués...disculpas)  Texto de nuestra muy querida Poeta Clevane Pessoa 


Jania Souza Souza Gilberto Avelino - Diário Náutico (07) pág. 205: "Os moinhos levavam as águas/ à paciente fecundação do sal./Hoje, ante o teu adeus em setembro, /giram invisíveis moinhos, conduzindo/ aos teus olhos a seiva do pranto./E amadurecem girassóis nos teus dedos." - poeta potiguar nascidos em Areia Branca/RN,


Gostaria de sugerir a leitura de três  livros:

As intermitências da morte de Saramago;
Vozes anoitecidas de Mia Couto e
O Código do Monte de Sérgio Lopes

Organização:

Isabel Vargas


jeudi 28 mai 2015

Exposição "Três Visões em Aquarela"


LIVRO E AMIZADE


LIVRO: CARTAS DA TRIBO

A organizadora do Cartas da Tribo, a jornalista Cláudia Moreira, deu um depoimento à Editora Ponto Vital sobre o livro que reúne 22 cartas para um homem que fez a diferença no mundo com simplicidade e amor. Saiba mais...
“Cartas da Tribo é um livro diferente. Na verdade, é uma homenagem a um homem que marca a vida de uma família de uma forma naturalmente bela. Uma pessoa como eu e você, com erros e acertos, que soube, ao longo de sua trajetória de vida, ajudar o próximo, amar sem ressalvas e fazer um caminhar tranquilo. O livro é um conjunto de cartas escritas por amigos e familiares que contam histórias de infância, sonhos e casos de um Cacique, de um Chefe de Tribo, um líder dentro da nossa família.
                Você poderia perguntar qual o interesse que essas histórias teriam para sua vida já que são bem fechadas a um círculo familiar. Vou ser sincera: nenhum. Mas, a ideia pode ser multiplicadora. Que maravilhoso é escrever sobre alguém que faz a diferença no mundo! Homens e mulheres que aprenderam a ser pessoas melhores com as dificuldades, com os sofrimentos ou mesmo, com o exemplo de outros. Contar essas histórias exalta o lado bom, incentiva a copiar, além de ser uma memória para as gerações vindouras.
                No livro, dizemos que nossa tribo está em festa porque nosso Cacique recebeu as cartas, leu-as e se emocionou com as declarações de amor. Eu estava lá e vi que ele também riu dos casos contados; chorou pelos erros cometidos; refletiu sobre as questões colocadas e ponderou as ações que executou nesses 70 anos de vida. Foi um momento único! Em torno da mesa do café da manhã, entregamos nossas cartas e elas foram lidas em voz alta. Naquele momento, vimos que vale a pena demonstrar sentimentos, que vale a pena viver e aprender que todos nós podemos ser bons, humanos, gentis e sim, amarmos sem vergonha, sem preconceito e sem amarras. Nossa tribo continua em festa e queremos que a sua também possa viver esse momento mágico! Escreva, demonstre, diga que ama enquanto as pessoas que você gosta estão por aqui. Logo, logo, elas poderão ter que fazer uma viagem longa e aí, talvez, seja tarde demais”.

O livro Cartas da Tribo está disponível no site www.editorapontovital.com.br


mercredi 27 mai 2015

Participar do Varal



Estão abertas as inscrições para a edição de setembro da revista VARAL DO BRASIL com o tema SONHOS E FANTASIAS.
Envie seu texto, em verso ou prosa, para o e-mail
varaldobrasil@gmail.com

Toda participação é gratuita!

III Prêmio Varal do Brasil de Literatura


Lançamento de livro


mardi 26 mai 2015

OS VALORES- EM CORDEL-ANTONIO MARCOS BANDEIRA-FORTALEZA-CEARÁ-BRASIL

OS VALORES- EM CORDEL-
ANTONIO MARCOS BANDEIRA- FORTALEZA- CEARÁ- BRASIL

RESPEITO E SOLIDARIEDADE
CARINHO E UNIÃO
RESPONSABILIDADE
DIGNIDADE E ATENÇÃO

ESPERANÇA E ÉTICA
DISCIPLINA E COOPERAÇÃO
INTEGRIDADE E HUMILDADE
MORAL E SUPERAÇÃO

PERSEVERANÇA E FÉ
CRENÇA E MOTIVAÇÃO
POSITIVIDADE E PERSONALIDADE
CORAGEM, LUTA E AÇÃO

OUVIR, O OUTRO!!!
AJUDANDO-O!
COMIDA? ABRAÇO, SOMENTE!
ALIMENTANDO-O!

AMIZADE, COMPANHEIRISMO
COMPREENSÃO, AMABILIDADE
AUTO ESTIMA E CARÁTER
COMAPIXÃO E HONESTIDADE

COMPROMETER-SE E COMPREENSÃO
ESPERANÇA E FRATERNIDADE
FORÇA INTERIOR E EXTERIOR
NÃO DISCRIMINAÇÃO, IGUALDADE

LEALDADE E LIBERDADE
NÃO VIOLÊNCIA, NÃO JULGAR
PAZ, PERDÃO E VERDADE
SINCERIDADE AO FALAR

SOLIDARIEDADE E TOLERÂNCIA
RIQUEZA INTERIOR E EXTERIOR
SÃO MUITOS OS VALORES
O MAIOR? É O AMOR!

VALORES!AMOR AO PRÓXIMO!
A TI MESMO, AMEMOS!
O AMOR DO NOSSO DEUS
ASSIM SENDO,VIVEMOS!




vendredi 22 mai 2015

O VARAL NO SALÃO-ANTONIO MARCOS BANDEIRA-FORTALEZA CEARÁ

O VARAL DO BRASIL MEU AMIGO
É UM SITE RESPEITADO
NA SUÍÇA É PUBLICADO
COMO UMA REVISTA
EU, COMO BELETRISTA
TAMBÉM FUI CONTEMPLADO
E ASSIM SOU PUBLICADO
POIS, AMO LITERATURA
QUE COMO O VARAL SEM FRESCURA
AO BRASIL TEM PROPAGADO

POIS NO SALÃO DE ABRIL
TODO ANO, NOS ENCANTA
E A PLATEIA LÊ E CANTA
A NOSSA LITERATURA
QUE COMO O VARAL SEM FRESCURA
A BRASIL TEM PROPAGADO
E ASSIM TEM PUBLICADO
ESTE POETA DE CORDEL
SOU APENAS MENESTREL
DO VARAL QUE É RESPEITADO

NA SUÍÇA, NO SALÃO,
DE ABRIL, NOSSO VARAL
QUE É FENOMENAL!
E A TODOS OPORTUNIZA
NOS SOPRA SUAVE A BRISA
DE QUEM LÊ E QUER TER MAIS
CONHECIMENTO DEMAIS
E O VARAL ENTÃO PUBLICA
E ASSIM NOS RATIFICA
BRASILEIRO SABE O QUE FAZ

ENFIM, PARABÉNS NOSSO VARAL
A EQUIPE QUE TRABALHOU
JACQUELINE NÃO DESCANSOU
POIS EU SEI DE SUA LUTA
SEI DE SUA CONDUTA
AMIGA DE TODOS NÓS
DEUS ABENÇOE A VÓS
E AO VARAL MUITO OBRIGADO
POR TER OPORTUNIZADO
ESTE POETA VELOZ.



Por Antonio Marcos

Maris Ester de Souza no "Ponto & Vírgula" hoje!

Olá, amigos!  
            Vejam o que teremos hoje, 22 de maio, às 20h, no “Ponto & Vírgula” inédito na TV MAIS Ribeirão, Canal 22/Net ou pelo site  http://www.tvmaisribeirao.com.br/ no mesmo horário:
             
            1º. Bloco
            A Poeta de Ontem: Cecília Meirelles - Poema: Retrato
            A Poeta de Hoje: Ely Monteiro - Poema: Alquimia Lilás

            2º. Bloco
            Bate-papo com Maris Ester de Souza
            Maris é professora, poetisa e Presidente da Casa do Escritor e do Poeta de Ribeirão Preto.
             
            Imperdível!

            Reprises:
            Sábado: 15h30
            Terça-feira: 3h30 da madrugada

 
 e acessem nosso site www.programapontoevirgula.com




Irene Coimbra 

jeudi 21 mai 2015

CONCURSO LITERÁRIO INTERNACIONAL


Flavia Fonseca convida para o lançamento de seu livro "Mãe Prematura" sábado dia 23/05/2015 9h Praça da Liberdade, 21 Funcionários Belo Horizonte MG Brasil


mercredi 20 mai 2015

A sociedade de risco e os crimes omissos do Brasil

Estamos vivendo em uma sociedade, na qual os riscos não podem ser mais previstos através de cálculos matemáticos ou probabilidade de segurança. Nesse novo estilo de sociedade globalizada, oriunda pós-revolução industrial, os clientes do Direito Penal não são mais apenas os indivíduos, mas também as organizações. Por isso, às vezes, não é possível ter uma ideia concreta do que punir. É disso que trata o livro “A sociedade de risco e os crimes omissivos do Brasil”, da autora Fernanda Miquelussi da Silva e publicado pela Editora Ponto Vital. Nós entrevistamos a advogada:

1. Primeiramente, o que é um crime omissivo? Afinal, muitos de nossos leitores não são advogados...
Crime omissivo é quando o sujeito deixa de agir, ou seja, pune-se a pessoa por uma não ação/conduta. Exemplo: crime de omissão de socorro.




2. O que o seu livro traz de novo nesta área do Direito?
O livro inova, pois analisa a grande importância dos crimes omissivos do âmbito do Direito Penal Moderno, as diversas espécies desse tipo de crime e também traz o instituto do compliance, que está começando a ser aplicado aqui no Brasil, como no caso do mensalão, da lei de lavagem de dinheiro e da lei anticorrupção. O compliance é um termo utilizado no Direito Penal Econômico, cuja ideia é a prevenção dos crimes nos quais as pessoas jurídicas possam ser condenadas. Uma espécie de auditoria interna da empresa, de acordo com os valores da ética.

3. Hoje, segundo sua tese, não se possui uma ideia concreta do que punir, pois os riscos são tantos, que se opta pela punição de condutas gerais. Como isso acontece? Pode dar algum exemplo?
Sim, estamos tão amedrontados que queremos prevenir todos os “riscos” possíveis. Um exemplo seria o crime de omissão de socorro, que citei na primeira pergunta. O legislador tem tanto medo que deixemos de prestar assistência a uma criança abandonada ou a uma pessoa ferida, que resolve criminalizar essa conduta. É como se ele não confiasse na solidariedade existente entre os seres humanos.

4. O seu livro pode ajudar os operadores do Direito a lidar com essas novas situações trazidas do dia a dia pela sociedade brasileira?
Sim, meu livro traz um panorama geral sobre a sociedade em que estamos inseridos, diversos exemplos de crimes omissivos e da aplicação do instituto de compliance, como o caso do mensalão, da lei de lavagem de dinheiro e da lei anticorrupção. Contribuindo dessa maneira, para uma visão sistemática dos novos caminhos do Direito Penal.


Arte e inclusão cultural em cena

Professor Paulo Roberto Cândido da Sociedade de  Assistência  aos  cegos subirá ao palco do Teatro do Centro Dragão do Mar  de  Arte  e  Cultura, para interpretar o personagem  ASSUM  PRETO  na  peça  "OS  CAVALEIROS".
Será motivo de muita alegria para a arte e para a  inclusão  cultural  a sua presença, dos seus amigos e familiares na plateia.

Trata-se de uma peça que resgata a essência das nossas origens culturais e a primeira no Estado do Ceará, que terá acessibilidade para deficientes visuais e deficientes auditivos em todas as sessões, com  áudiodescrição
e                intérpretes                de                   LIBRAS.
Aqueles que tiverem o interesse de experimentar um pouco as  emoções  de uma pessoa cega ao assistir à  uma  peça  com  áudiodescrição,  poderão utilizar por alguns minutos os aparelhos de áudiodescrição.

DATA: 23 DE MAIO (SÁBADO)
HORÁRIO: 19Hs
LOCAL: TEATRO DO DRAGÃO O MAR

INGRESSOS:
R$ 20,00  (INTEIRA)

R$ 10,00 (MEIA, para  estudantes,  professores,  idosos  e  pessoas  com
deficiência)

Vendas na bilheteria do teatro a partir da sexta-feira.

DIVULGAÇÃO

Com um texto feito a partir de figuras  fantásticas  e  reais  da  nossa Cultura Popular, Os Cavaleiros, do  grupo  de  teatro  Alumiar  Cenas  & Cirandas, volta ao Teatro Dragão do Mar. Um espetáculo em que uma  visão sagrada e profana envolve a vida  de  uma  comunidade  de  vaqueiros;  o
folguedo  do  bumba-meu-boi  e  os  sete  pecados  capitais  são    como
características da  essência  humana;  e  os  brinquedos  cantados  e  a religiosidade se entrelaçam como fios  nas  mãos  dos  personagens,  que apresentam texto rico em torno  do  grande  universo  que  é  a  Cultura Popular.

Sob a direção geral de Socorro Machado, Os Cavaleiros  traz  a  inclusão para cena teatral. O espetáculo  terá  a  participação  de  dois  atores deficientes  visuais,  e  contará  com  intérpretes  de  Libras  (Língua Brasileira de Sinais) e áudio-descrição  durante  as  sessões.  O  grupo cearense de teatro Alumiar Cenas & Cirandas, com 15 anos de  existência,
é  composto  por  pesquisadores  e  estudiosos  da   cultura    popular,

arte-educadores, pedagogos e comunicadores  que  têm  como  filosofia  o Teatro Pedagógico, visando à transformação  do  indivíduo  a  partir  da educação.

mardi 19 mai 2015

VARAL DO BRASIL – Oficina Criativa

VARAL DO BRASIL – Oficina Criativa
= VIDA =




Ana Rosa Santana

·         Vida, tantas vidas, lutas eternas que se acabam, tempo que voa sem se ver, amores que passam, pessoas que vão e vem, uma vida, muitas existências, de um indivíduo, de vários seres, que se cruzam, no mundo que gira, somos carne, somos luz, somos terra...somos vida!!!


Carmen Di Moraes

·         Vida...

Quando criança, tudo é esperanças,
Quando jovem, pensa que tudo pode e vem,
Quando adulto, tudo se filtra...
Quando idoso, faz o que o se pode,
E fica feliz com o que se consegue...
Tudo tem seu tempo...


Eduardo Benetti

·         Ah! Delicioso viver
Tenta em vão ser comedido
Mas em fervor é desmedido
Seu real intento a permanecer
Continuamente até sua despedida.
Flavia Assaife

·         Vida que te quero vida,
Vida de sonhos, de ilusões, reflexões...
Vida vivida a cada instante que respira vida num mar de emoções!


·         Vida que te quero vida,
Às vezes surpreendida por percalços da própria vida vivida,
Submersa em desencantos, dores e prantos...
Jamais vida, deixe de saborear seus encantos!


Gladis Deble

·         A vida que me coube

A vida que me coube desempenhar foi alternando papéis pelas veredas.                       A trajetória da arte e seus contornos trouxe telas e tintas, e muita escola.Depois de texturar tantos painéis eu como rata de biblioteca, procurava textos adequados aos alunos, construía eu mesma os projetos.Abri uma picada de escritos e na clareira deste bosque habito.


Inês Carmelita Lohn

·         Vida

Com o olhar penetrante
No espelho moldurado
Percebeu que a vida
Tinha gosto de prazer
Com as linhas do passado.


·         A Vida

A vida é uma maratona de sonhos, antes mesmos de sermos concebidos, inocentemente já começamos a disputa pelo primeiro lugar, e ao vencermos a corrida, nos preparamos para nove meses depois no dia da vitória chorarmos no pódio, braços de nossas mães. E assim seguimos correndo na maratona da vida em busca de novos sonhos.



Isabel Vargas

·         A certeza de que tudo é efêmero e, ao mesmo tempo, infinito me convencem que o segredo da vida, e da felicidade está em aceitar esse paradoxo: finitude / eternidade e que se sentir alvo das benesses divinas está em cada um saber viver e usufruir destes momentos como sendo as coisas mais caras e valiosas de nossas vidas.

Jacqueline Bulos Aisenman

·         Vida

Veloz
Vida
Vai
Voando
vento em popa...

Lúcia Laborda

·         Vida

A vida é toda essa energia que nos move
é tudo aquilo que sentimos e nos comove
é um elo entre o ser, o sentir e o estar
é cada passo que damos ao acordar...
É essa luz em todos os reinos da natureza
é tudo que Deus nos deixou de tamanha grandeza!

Ly Sabas

·         Vida

estrada traçada
por mãos caprichosas
rumo indefinido


Maria Nilza Campos Lepre

·         Vida!
Não sei explicar o que é a vida.
Somente sei que nasci aprendendo, e vivi ensinando. Passei meus anos amando, trabalhando, cuidando para o bem comum. Cuidei de meus pais, irmãos marido, filhos e amigos. Agora dependo de alguém que também me ame e me cuide. Será esta a essência da vida? Amar incondicionalmente?
·         A vida.

A vida é um caminho do qual não podemos fugir. Seguimos sempre em frente. Algumas vezes trilhamos andando, em outras correndo, ou mesmo dançando. Mas, precisamos seguir nem que seja se arrastando porque se pararmos ele se vai e nós morremos.

Marilina Baccarat De Almeida Leão

·         Hoje, sei que a vida é uma só e estamos aqui para sermos felizes...                      A vida mostrará o caminho da felicidade...Um caminho açucarado de doces lembranças da vida...

Marilu F Queiroz

·         Vida

Viver é uma ciência...
Imaginar o tempo passar
Dividir experiência...
Amar é poder sonhar.

·         Vida

Viver
é
sonhar
de
alma
tranquila.

·         Vida

O que a vida nos oferece...
Tecido que não se tece,
Nem é prece...
Nem desvanece.
É bem que prevalece!

·         Vida

A
vida
é
trilha
sem
fim.

·         Vida

A vida nos ensina
sentimentos adversos:
em prosa e verso.

·         Vida

A vida é tudo.
A vida é...
Tudo!!!


·         Vida

A vida é uma viagem sem volta.
Aproveitar oportunidades
é uma questão de honra, não de sorte.

·         Vida

A vida exige de nós uma particularidade
apenas: VIVER.

Marta Carvalho

·         Curta a vida! Curta é a vida!

Norália Castro

·         Eu vi a vida passando por mim, comigo e por mim... Aí lhe perguntei: onde vais? Ela não respondeu, seguindo o seu (meu) caminho. Pensei: deve ser porque está tudo bem comigo (com ela). E,,, segui viagem juntinho com ela: feliz, saudável, alegre por ter muitos amigos "escrevinhadores e poeteiros". Senti que flui bem pelos caminhos passados... e estou ainda!!! 

·         Emoção maior

Com os pés fincados na terra,
Levanto o olhar para o Infinito,
Onde milhões de estrelas dançam...
Meus olhos enchem de lágrimas,
Diante desta magia deslumbrante.
Um céu cheio de Luzes.
Faço então, simplesmente,
A dança do sentir
Para o coração palpitar

·         Trajetória da vida

Sou poeira cósmica portada pela Força ...
Vim de lá, viajante das estrelas.
Para cair no colo da Mãe Terra,
para ampliar o olhar, a magia, a vida.
Os deuses complacentes me direcionaram.
Ao meu Lar me introduziram,
Onde estou inteira,
animal pensante, estimulante,
Por entre flores, plantas e bichos,
Com a tarefa de imorredouras descobertas,
No cronômetro eterno do Tempo,
para a dança dos movimentos sem fim.
Aportada e aconchegada,
Tenho nas mãos a aprendizagem
a retribuir o amor gerado e gerador,
Das milhares poeiras que fazem esta viagem.

·         Estrondo

Levantou-se o branco gelado
E a geleira se desfez.
Desprendeu-se.
Tremeu a terra em que piso.
Tremeu o coração em disparada.
Para onde iremos?
Fixei meus olhos no azul gelado.
Vi o rosto da mãe terra
Ali esculpido.
Chegou a hora. Chegou o dia.
E o dia se mostrou total:
Do gelo azul ao verde matizado
O sol deu a resposta:
Tomamos o banho de Vida


·         O badalar dos sinos...
Sinais contínuos
Que a vida continua,
Entre perdas e achados.
No badalar dos sinos
A voz grita louvores:
Estou viva... continuo viva.
Ontem, hoje e sempre.

·         Procuro belas imagens.
Elas não me chegam.
Estão cinzas e pretas.
Procuro mais cores;
Elas não vêm
E a poesia se desfaz.
Nas raízes suspensas
A árvore luta sobreviver
Ferina. Sem coloridas palavras.
Descanso no texto,
A paixão contida.
Amo o amor.
É só.


·         Penso que fico com Aristóteles: a única certeza que tenho é que nada sei.
Se penso que sei, nada sei. O mistério continua; a vida é o que é... um respirar, aspirando e expirando contínuo, pois tudo se transforma e continua, mesmo que haja um começo meio e fim de cada coisa, tudo se transforma. É uma maratona, como bem escreveu uma colega.E nesta maratona nos situamos em busca de realizações, que podemos chamar de felicidade. A vida é trabalho: fazer poesia é trabalho, escrever é trabalho, amar é trabalho. E assim continua: viver a vida trabalhando sempre, enquanto tivermos consciência de ser. Sei que vim das estrelas e para lá retornarei. Vivo o dia, simplesmente vivo o dia, o hoje.         

Paulo Pazz

·         E disse Deus: Voarás, te escondendo da voracidade do tempo. E ao intervalo entre o teu Alfa e o passo derradeiro em que Cronus, enfim, te alcance, darei o nome de VIDA. Cuides, pois, de bebê-la, de consumi-la a cada segundo e com o melhor que tendes em ti: A ânsia de buscares a felicidade!

·          Olho dois olhos, revivo tanto "vivas", por um momento, diante do espelho. Rego os tantos anos desvividos que já me mostram as rugas das aparências.

Sandra Nascimento


·         A vida em história é teoria, tem começo, meio e fim. Conta-se. Mas na prática ela é atitude. Faz-se. E segue agindo. 

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