mercredi 30 septembre 2015

LIVRO: AS MEMÓRIAS DE BERTOLO BREDA





Todo mundo tem o sonho de escrever, mas poucos conseguem publicar um livro. O seu José Bortolo Breda colocou no papel suas histórias e foi adiante com a vontade de ter um livro. Acaba de sair do forno a obra “As Memórias de Bortolo Breda: Reflexões ambientais, econômicas, sociais e histórias do cotidiano”, publicada pela Editora Ponto Vital. São 33 histórias que falam de pescarias, futebol, infância, transporte e vida. O autor conversou com a gente e conta um pouco dos bastidores da obra, em um bate-papo descontraído:
1-Seu José, agora com o livro em suas mãos, qual o sentimento?
Dever cumprido e emoção ao ver o livro pronto.
2- Por que o Senhor resolveu escrever suas histórias?
Foi acontecendo aos poucos. Com parte das histórias e outros assuntos prontos, achei que seria o momento para a edição. As viagens, as atividades, as lembranças da vida e as questões políticas serviram de inspiração. Escrevi para servir como exemplo de vida e para motivar, visando mudanças de atitudes.
3- Conte um pouco para a gente do que fala sua obra?
Da vida do interior, das pescarias, dos encontros, da mudança para Curitiba. Trata também de nosso cenário político e gerencial. Discorri um pouco sobre democracia: atualmente abalada, face a corrupção existente. As questões ambientais são preocupantes. Assim procurei enfatizar que o consumo excessivo gera consequências: do lixo a poluição dos rios e extinção das espécies. Em “Um Novo Planeta” proponho a realização de um campeonato mundial de sustentabilidade. Com indicadores, visando uma motivação para a sociedade mundial. A ONU poderia organizar o campeonato, a cada três ou quatro anos, induzindo os países à melhoria do meio ambiente em todos os aspectos. Penso que é um sonho que poderia acontecer. Este seria o objetivo que almejo para os habitantes do mundo. Por último também enfatizei a preocupação social, face ao abandono das pessoas à sua própria “sorte”.     
4-Os amigos citados no livro gostaram da homenagem?
Ainda é cedo para avaliar, mas alguns gostaram e elogiaram.
5-Agora as histórias de pescador foram eternizadas pelas palavras escritas, não é?
Não tem como mudar mais nada (risos)...Virão outras histórias?
Quem está diariamente no trecho, no vai e vem, tem histórias para contar. Vemos no dia a dia, os desesperados, os felizes, os apressados, os acidentes, violências, servindo de combustível para novas histórias e relatos.
6- Foi fácil escrever e publicar o livro? Demorou muito para realizar esse sonho?
Mais ou menos um ano. Foi rápido depois que encontrei a Editora Ponto Vital. A Cláudia e a Marina colaboraram de forma decisiva para a rapidez da edição.
7-O senhor aconselharia as pessoas a escrever? Valeu a pena?
Desde o primário fui orientado para a leitura. Criei o hábito e até hoje leio todos os dias. Faz bem para a mente e espírito. Novos conhecimentos alimentam a alma. Na vida profissional, exerci várias atividades: no Cartório do 2º Tabelionato de Notas de Curitiba: como Escrevente Juramentado. Na área pública elaborei Informações e Pareceres sobre processos relativos às receitas e despesas públicas. Encerrado o vínculo trabalhista, comecei a escrever assuntos livremente e valeu.  

      Se você quer ter acesso à editora Ponto Vital, acesse www.editorapontovital.com.br

CONVITE


mardi 29 septembre 2015

CONVITE DE EUNICE ARRUDA


LIVRO COM CAFÉ


lundi 28 septembre 2015

NOVIDADES DO VARAL!

Olá gente amiga!

Por aqui no hemisfério Norte o outono já começou, os dias estão mais curtos e bem menos quentes!

As inscrições para a revista de novembro estão encerradas, a revista será distribuída no final de outubro.
As inscrições estão abertas para nossa edição especial de Natal e Ano Novo! Textos com o tema proposto podem ser enviados até o dia 25 de outubro.


Até mais e obrigada por estar sempre conosco!


samedi 26 septembre 2015

HOJE: CRISTTINA DAVET FAZ JAZZ EM GENEBRA


LIVRO COM CAFÉ


jeudi 24 septembre 2015

CONSULADO-GERAL DO BRASIL EM GENEBRA ABRIRÁ NO SÁBADO DIA 7 DE NOVEMBRO


Convite Fundação Pierre Chalita


CONVITE PARA EXPOSIÇÃO DE ARTES E POESIAS EM NITERÓI - RIO DE JANEIRO - DE 05 A 09 DE OUTUBRO DE 2015


mercredi 23 septembre 2015

CHUVA, UMA OFICINA CRIATIVA DO GRUPO DO VARAL DO BRASIL NO FACEBOOK

Organização de Isabel Vargas



POESIA

A chuva e as lágrimas

Chove.
A rua fica rapidamente alagada,
água correndo pelas calçadas
água correndo sob os carros que passam.
Chove.
Meu rosto molhado confessa
o choro que eu quis esconder.
Enquanto a chuva cai desesperada
tentando suprir a terra
do tanto que ela necessita,
tão seca a terra...
Enquanto a lágrima cai atormentada
tentando levar a dor
tentando lavar a agonia
de sentir tanto, tanto...
Chove.
E a chuva é bênção...
E a lágrima é bênção...
Mesmo que transbordem os rios...
Mesmo que eu me afogue...
A chuva e as lágrimas
são inevitáveis...
são imprescindíveis...
para continuar a viver.

Jacqueline B Aisenman

Chuva

Seja bem-vinda...
Chuva benfazeja...
Lave meu corpo...
Limpe minha mente...
Liberte minha alma...
Refresque minha vida...
Acaricie meu coração...

Maria (Nilza) de Campos Lepre

                    
CHUVA E VENTO INSTRUMENTOS DE RENOVAÇÃO

Chuva que cai de mansinho
Benesse traz ao meio ambiente
Água sagrado que cobre o leito
Fértil e gentil da mãe terra.

Vento que espalha o pólen
Que generoso se doa
Fertiliza a terra no cio
E novas sementes faz brotar

Chuva e vento instrumentos da criação
Que renovam o solo, alimentam os animais
Saciam a sede e a fome do homem
Alimentam olhos ávidos de beleza natural.

Chuva e vento serenos, bênçãos de Deus
Tempestades furacões, natureza intrépida
Bravia e incontrolável. Alma indomável.
Denuncia maus tratos à natureza indefesa.

Alerta aos homens sobre os males
Que podem advir da falta de cuidado
Com o solo, com os rios, as matas e o ar.
Fúria imprevisível que exige respeito.

Chuva benção indispensável à sobrevivência
Acalma corações inquietos quando de mansinho cai
Soando como música aos corações dos amantes
Que abraçadinhos se deliciam com o choro da terra.

Vento mensageiro de todos os tempos
Quando sopra suave nas estações
Cumpre sua missão primordial
Assoprar aos ouvidos sobre os desejos da criação.

Vendavais, como os temo em qualquer época,
Bravia natureza que mostra a ira do centro da terra
Dando sinais de incomodação com os excessos
Praticados por insanos desrespeitosos e inconsequentes.
Isabel C S Vargas


A Chuva

Que chuva é essa...
que cai serena sobre o asfalto úmido?
Molha os resquício do dia quente
e limpa das ruas as folhas caídas.

Que chuva é essa...
Que infiltra em nossos cabelos?
Com ousadia escorre pela costa abaixo
de um jeito desconexo e frio.

Que chuva é essa...
Que umedece nossos pensamentos?
Acaricia-nos a alma e que transforma
nossas inquietudes em devaneios.

Que chuva é essa...
Que sorrateira se vai sem aviso?
Deixa-nos inquietos, molhados e com frio...
jogados na suave noite de verão!

Marilu R F Queiroz


PROSA

Vendaval.

O vendaval que assolou nossa cidade ontem a tarde foi intenso. A velocidade do vento foi uma coisa de colocar medo na pessoa mais destemida. Derrubou muros, árvores, destelhou casas, e acabou levando coberturas de postos de abastecimento de combustível.
Mas, como tudo na vida tem uma compensação, tivemos aqui em nossa “Morada do Sol”, um dos mais maravilhosos crepúsculos que já tive o privilégio de assistir. O céu se vestiu inteiramente de um vermelho vivo. As cores eram tão intensas que se assemelhavam a fosforescência. Os raios de sol se infiltraram por entre as nuvens que ainda restavam, e proporcionaram a todos, um espetáculo majestoso.
Agora entendi o dito: “Após uma tempestade vem sempre a bonança”.
Parece que Deus sempre nos da uma compensação após nos mostrar que ainda esta no comando.

Maria Nilza Campos Lepre



 E a chuva cai.

Como é bom despertar com gotas de chuva criando lindas melodias ao bater nas águas da piscina, ao lavar o telhado das casas, ao alimentar as plantas e limpar o ar que respiramos.
O som chega aos meus ouvidos como se o grande maestro da natureza estivesse nos enviando uma linda mensagem de amor.
Espero que todos prestem atenção na mensagem de vida que a chuva nos traz.
A Natureza é nossa amiga, nosso modo de sobreviver neste planeta, pois, dependemos dela.
Por favor, preservem o nosso meio ambiente, plante uma árvore, depositem o lixo nos lugares certos, cuidem dos animais e florestas, pois somente assim nossos filhos poderão viver em paz neste mundo, tão depredado por gerações passadas e pela nossa própria.
Vamos passar para nossos filhos valores que foram esquecidos pelos nossos antepassados.
Ainda é tempo de salvar nosso planeta.

 Maria Nilza Campos Lepre

Chuva Inesquecível 

A chuva caía pesada, lavando a sujeira das ruas e encharcando meus pés; parei, fechei o guarda-chuva e sem medo deixei que ela me molhasse, lavasse as lágrimas do meu rosto, tirasse a poeira das minhas roupas e levasse consigo toda tristeza impregnada em minha alma, imaginei a dor que eu sentia descendo pelo meu corpo junto com a água fria, escorrendo pela enxurrada e sumindo em ondas bueiro adentro, para nunca mais voltar...E quando a chuva parou eu recomecei a caminhar, molhada até os ossos, tremendo de frio, batendo os dentes; mas me sentindo limpa, purificada, leve e estranhamente forte, pronta para recomeçar, para ir a luta, fortalecida, graças aquela chuva inesquecível.

Ana Rosenrot








A MÚSICA DA CHUVA

A chuva nunca marca hora, não baliza o lugar. E, é ilimitada a probabilidade de desabar aqui, agora, em dias de inverno...Aconteceu que no momento, e neste lugar, deu-se o embate da chuva com o solo, que, seco de sede, estava...
Certamente, haviam marcado encontro, pois, a chuva toca música, que ora parece ser um adágio, ora semelha-se uma sinfonia, parecendo ser ensaiada com a terra e tocada pela melhor orquestra do mundo, a natureza, que é exigente...
Há dias em que a música, que a chuva toca, parece ser uma sonata, levando nossos olhos a lacrimejar...Mas, hoje, ela parecia estar tocando desgovernada. O encontro não havia sido marcado com o maestro e ele a deixou sozinha... Raios explodiam a todo instante, os trovões apavoravam, parecendo que tocavam a percussão desorientados, sem tempos, sem compassos...
Havia muito tempo, não presenciávamos uma chuva assim. O canto da chuva é um canto doce, que transforma o dia cinzento, em um dia colorido, misturando os tons de azul e cinza...
Quando a chuva cai e corre pelo telhado, ouvimos o cantar dela... É um canto, que possui diferentes tons e semitons, ora canta como se fosse um tenor, ora como um contralto e, às vezes, um soprano... A chuva, na sua música, tem diferentes andamentos, há horas em que ela chega parecendo que está nos arrastando pelo espaço, perpetuando a vida, nos levanto até às alturas alcandoradas...
É... a chuva nos faz ver a vida passar, através da janela, pois, na rua, não daria para ouvir sua música, pois o barulho dos carros impediriam...
Mas, atrás do umbral da janela, podemos sentir sua música e ouvir o seu canto... Hoje, a chuva foi pesada, sem o azul e sem o cinza. Pintou o ar, com a cor dos maiores desesperos, não houve prédio que não tenha tremido... Foi uma chuva negra. E, o pesado escuro das nuvens veio junto com os brados dos trovões, varrendo o orgulho humano em enxurradas...
A grande beleza da chuva está em ela não marcar hora. Ela adota uma música diferente para cada olhar, que a contempla...Há música e também harmonia, mesmo quando ouvimos o estrondo dos trovões... Parece nos querer dizer algo: -Olhe bem, dentro de cada gota, há um arco-íris...- Pois não é que ela tem razão?
Quando ela se vai, vemos o infinito arco-íris, com os instrumentos em punho. Enquanto a chuva cantava, o arco-íris tocava, para surgir logo a seguir...

Marilina Baccarat de Almeida Leão











CANTANDO NA CHUVA.
Hoje amanheceu um dia lindo. meio frio, mas com um sol radiante e poucas nuvens: nenhum sinal de chuva à vista. Abro o computador e leio lá o pedido da nossa editora: o tema da nossa brincadeira: falar sobre CHUVA.
Que eu posso falar sobre chuva hoje?
Vasculho minha mente e coração.
Não me proponho a falar sobre chuva, num dia tão lindo como hoje...
A chuva tem castigado a região sul do País, castigado dezenas de cidades... Ver inundações destrutivas assim, é algo que comove e faz chorar, até pedir à Mãe Terra, para ter piedade, mas ela se mostra impiedosa em alguns lugares...cumpre o seu papel restaurador, certamente.
Escrever hoje sobre chuva...Me vem à memória, a roceira da terra, que em visita a minha casa, me disse:
- meus pais e avós me ensinaram que a chuva é BOA, que ela vem molhar as plantas, a terra, nos dar comida. Mas... quando zangada, a chuva vem e leva tudo, destrói tudo...Termos que cuidar da Natureza para que ela não nos castigue...Aprendi isto com meu ancestrais... cuido do meu terreno com carinho e amor, pois quero que a chuva sempre venha para nos beneficiar, não destruir... A chuva constrói, mas também pode levar tudo...Passei por sua casa para lhe dar bom dia, e vou correndo para casa, antes que a chuva que está armando me pegue pelo caminho...
E a roceira da terra saiu correndo de minha casa. Olhei por toda a visão que me circula, bem no fundo, as nuvens negras estão vindo rápidas...
Então, uma outra lembrança vem me salvar o dia de hoje que preciso escrever sobre chuva...
Um jovem homem cantando, cantando, Singing in the rain... toma conta da tela do cinema... cantando e dançando pela rua em que está...Um silêncio geral no cinema, demonstra o quanto a emoção dessa dança e desse canto atingiu a todos. A jovem de então teve seus olhos em chuva – lágrimas de emoção intensa... E o jovem ator – Gene Kelly emociona a todos com o convite:
... e eu estou pronto para o amor/ para o amor/ que as nuvens tempestuosas persigam todas as pessoas desse lugar.../caminhemos com a chuva.../ eu tenho um sorriso no meu rosto.../ eu descerei por essa rua/ com um feliz refrão.../ cantando...cantando na chuva...;/ para o amor...
***
Filme e música e ator ficaram um clássico na história do cinema.
E este canto para o amor se tornou um clássico no meu coração. Amo a chuva, de que jeito ela vier. Amo Mãe Terra serena ou brava.
Amo o amor à chuva.

Norália de Mello





EU RESPEITO CHUVA E VENTO

Sei o quanto a chuva é necessária para todos e até aprecio um barulho suave de chuva. Sem exageros. Já falei inúmeras vezes que detesto os exageros em tudo, por isso digo que meu sentimento maior em relação à chuva é de temor. Creio que são resquícios de trauma de infância. Sempre morei em casa, até depois de casada comprar um apartamento no qual morei sem qualquer interrupção durante trinta anos. Dos anos que morei em casa com meus pais e irmãos tenho recordações de inúmeras goteiras que nos incomodavam sobremaneira, fazendo-nos trocar móveis de lugar para fugir da água que escorria dos tetos, quando a chuva era intensa ou quando havia ventos fortes ou chuva de granizo que causavam danos nas telhas. Lembro de enchentes que me pareciam imensas causando flagelo às famílias. Hoje, isso se tornou corriqueiro, senão aqui no sul, em qualquer outra região do Brasil e também mundo afora, pois tudo é instantaneamente visto na televisão e nas redes sociais.
Certa ocasião. Meu pai que trabalhou décadas no escritório de uma serralheria culminando como gerente, antes da aposentadoria, certa vez levou para nossa casa um funcionário que tinha três filhos e cuja casa havia sido invadida pela água. Aquela atitude de meu pai me fez admirá-lo, pois eu o achava uma pessoa muito severa e sem demonstrações efusivas de afeto.
Ao longo dos anos temos vivenciado momentos de apreensão em ocasiões de chuvarada sempre pensando naqueles que residem em zonas mais vulneráveis e que
necessitam de mais ajuda, entretanto, o que se vê em minha cidade, por falta de serviços urbanos mais eficientes ou descaso dos governos e, ainda materiais de reparos sucateados é enchente em plena zona central da cidade. Uma calamidade.
Confesso que os trinta anos que permaneci no apartamento foram os mais tranquilos de minha vida. Residindo bem acima do chão, sem medo de invasão das águas, sem goteiras, umidade, pois até subir todos os degraus, os pés já deixaram o restante da umidade e sujeira fora da porta do apartamento.
Vivenciei temporais em zonas de insegurança e senti muito medo. Passávamos nossas férias em Santa Catarina, em Balneário Comburiu, algumas poucas vezes em Florianópolis, mas sempre íamos a outras cidades turísticas passear. Nestas regiões citadas as chuvas são comuns. Vem com intensidade, parece que vai desabar toda a água do mundo e em seguida passa, porém vivemos vários destes momentos na estrada, com árvores caindo e até morros desabando. Uma temeridade que me fazia chorar em virtude de viajarmos com os quatro filhos. Meu marido que tinha um espírito aventureiro dizia que eu era muito medrosa, mais precisamente, que eu fazia fiasco chorando o que só servia para assustar as crianças. O fato é que sobre estes fenômenos não temos controle.
Aprendi a ter muito respeito por tais fenômenos. Certa vez, em local seguro, em andar alto de um edifício fiquei a observar o que chamei de um belo espetáculo da natureza, um temporal carregado de raios e trovões. Foi neste momento, por estar em local seguro, e por poder apreciar de perto algo tão intenso que aprendi a ter este sentimento de respeito. Não podemos desafiar tais fenômenos. É necessário resguardo, não tomar banho de praia como muitos o fazem, não ficar em piscina, não ficar próximo a corrente de energia, abrigar-se, não ficar embaixo de árvores.
Estes fenômenos são de grande magnitude, avassaladores e atinge a qualquer pessoa, independente de classe social, etnia, religião, grau de instrução. Eles nos ensinam que somos pequenos diante da natureza. É bom salientar que a natureza sempre ensina basta
Estar atento e querer aprender.
Há criaturas que são arrogantes, de uma soberba imensurável, desprezam os que estão abaixo de si na esfera social o que é muita ignorância é só relembrarmos de fenômenos como tsunamis que atingiram inúmeros países ao mesmo tempo sem qualquer controle e furacões como o Catrina nos Estados Unidos. Em nosso país também tivemos tornados que em minutos devastaram furiosamente algumas regiões. Pessoas que tinham carros os perderam, mostrando que bens materiais se vão e que o mais importante são as pessoas, os afetos e os sentimentos que nutrimos e passamos aos que nos são caros e que nos cercam.

Isabel C S Vargas


CHUVAS

Não gosto de chuva com raios e trovões... me metem medo , temor até pavor... os raios então...tremo nas bases.
Não me lembro de tragédias vistas na infância...A primeira inundação – do rio Betim, eu curti e fui até o rio brincar nas águas...Na rua em que vivia com meus pais, era uma curtição andar pelas enxurradas que desciam nessa rua...a molecada todinha e eu também, curtíamos as enxurradas.
A chuva era benvinda até... quando no primeiro ano de Serviço Social fiz o batismo das tragédias da chuva: uma inundação enorme numa favela, derrubando casas, matando gente...Mas, nem assim, atribui à chuva esta tragédia, que para mim estava na má distribuição de terras, no desequilíbrio social...
Ao longo do exercício profissional, enfrentei várias consequências de inundações e destruição... Mas, aí, além do desiquilíbrio social, veio a consciência de como o homem é ladrão: as ajudas que os flagelados recebiam em grande quantidade, ficavam com os ajudantes da distribuição: carregavam quase tudo destinado aos pobres coitados que sofriam as perdas...Algo revoltante demais, que cheguei para minha chefe de então e disse a ela que podia me demitir, mas eu não trabalharia mais em catástrofe de inundações...E não mais trabalhei. Era demais para mim ver e participar de tal atrocidade que não tinha como conter...Além disto, o que vi ser feito por questão de moradia, foge a uma normalidade tal que penso ainda hoje, este problema de moradia nunca terá fim... podem dar ou vender casas populares, mas o aproveitamento desta questão, existirá sempre...
Hoje, vemos e temos conhecimento de grandes tragédias de chuva, por todo o planeta. Uma resposta religiosa, que me ensinou uma religião oriental, me mostra bem o que acontece: a chuva vem em escala maior, dependendo das MÁCULAS acumuladas ao seu redor... seja numa cidade ou num país...O melhor explicando: a questão de poluição numa grande cidade, é hoje comprovadamente causa de chuvas destruidoras. O Planeta Terra está exigindo mais atenção e cuidados, e a questão de uma política para melhor conservação, está nos jornais e nos documentários, mostrando os riscos em que vive toda a humanidade: um desequilíbrio na sustentabilidade planetária...As máculas estão pesando sobre nós, quer em extensão planetária, quer em extensão de cidades.
O fenômeno chuva sempre existiu, em várias épocas...Mas as máculas também, basta lembrar porque Noé foi ordenado a construir uma arca e salvar o que pudesse...Creio que se tratarmos melhor a Natureza, ainda poderemos salvar muitas coisas... A Mãe



Terra está carente de afetos e zelos, para que ela nos responda com mais suavidade... Muito da melhoria de nossas cidades e de nosso Planeta está nas mãos de uma boa política para melhor vivermos...Precisamos continuar trabalhando para uma melhor consciência e praticidade social...
Após dias de seca, amo ver a chuva chegar e o cheiro da terra levantar e vir até minha casa... Ah! O cheiro da terra molhada, me mostrando que a Natureza continuará viva...

Norália de Mello Castro.



Chove fraco

Os pingos fazem apenas um som nas telhas. Meu pensamento foi embora. A suavidade da alma transparece.  Chuva que lava a alma e que fertiliza a terra.


Flavia Pereira Lage Barbosa

LIVRO DE DILHERMANDO PISARRO



Uma boa oportunidade para quem quer saber um pouco mais sobre a maçonaria: adquirir um exemplar do livro “Quarto de Horas de Estudo da Maçonaria Simbólica”, de Dilhermando Pisarro, publicado pela Editora Ponto Vital. O autor, em 207 páginas, trata do tema de forma simples e clara, levando o leitor a entender sobre os ritos, a simbologia e todo o contexto que envolve a maçonaria.

Dilhermando, faltava literatura sobre a maçonaria? Por que escrever sobre este tema?

Não, há uma vasta literatura sobre o tema. Nunca tive a intenção de escrever um livro. Tudo começou com um trabalho de aprendiz maçom para obter a elevação do 1° para o 2° grau, que em maçonaria se dá o nome de: “aumento de salário”. Daí o meu interesse em começar a escrever vários artigos, uns lidos em Loja outros não, porém, sem nenhuma intenção inicial de publicá-los. Como o número de artigos foi crescendo, surgiu a ideia de reuni-los em livro, imprimir e distribuir para alguns irmãos mais íntimos.

O livro vai ajudar os iniciantes na maçonaria a entender um pouco mais sobre a fraternidade? O objetivo da obra é este?

Espero que sim. O principal objetivo da obra é incentivar a leitura e o estudo sobre a ordem maçônica.

Há todo um contexto histórico na obra. Houve muita pesquisa para se chegar até esse livro?

Sim. Não só de livros, mas, principalmente de artigos postados na internet.

“Quarto de Horas de Estudo da Maçonaria Simbólica” é sua primeira obra. A ideia é continuar com as publicações?

Sim. Talvez, quem sabe...

Qual a ideia que o senhor quer transmitir com o conteúdo do livro?

A ideia é incentivar o estudo e o livre debate sobre os temas maçônicos.

Gostaria que o senhor deixasse uma mensagem para quem quer escrever um livro e não sabe nem por onde começar. Este sonho é viável?

Para escrever um livro basta querer e começar. Sendo que o mesmo é possível e viável, basta como disse querer.






mardi 22 septembre 2015

Livro: Outras Vozes

Lançamento

O escritor Plínio Camillo lança o seu mais novo livro, a coletânea de contos sobre o negro escravizado no Brasil

Dia: sábado, 3 de outubro de 2015.
Local: Galeria Olido – Avenida São João, 473 - Centro, São Paulo – SP
Horário: das 18 às 22hs
Investimento: R$45,00 (Quarenta e cinco reais)
Edição Original: 2015
ISBN: 978-85-69013-03-7

Editora: 11Editora (www.11editora.com.br - 14 3032-2513)


Plínio Camillo dá voz aos negros escravizados

Autor mistura ficção e fatos históricos em contos sobre a escravidão brasileira

Madalena nasceu sem os braços, mas atinou que depois de abraçar as pessoas com as pernas, boca e ouvido, as criaturas ficavam felizes. A escrava ganhou fama. Frei João da Luz chegou a contar que no meio daquele abraço tinha visto a verdadeira face de Cristo. Sua história e muitas outras estão em Outras Vozes – contos sobre o negro escravizado no Brasil, do autor Plínio Camillo

O livro será lançado no dia 3 de outubro, às 18h, na Galeria Olido, em São Paulo. A obra mistura ficção a fatos reais, em 33 contos, e dá ao negro do período escravocrata uma voz dissonante, situando-o como protagonista, ora o oprimido, ora o opressor. Temas sobre os quais pouco se fala na historiografia oficial, como a inúmera presença de negros muçulmanos na Bahia, são tratados de forma bastante original.

Em narrativas que muitas vezes flertam com a sonoridade do poema, Camillo transporta o leitor para variados cenários e enredos, desde a vinda nos navios negreiros e o trabalho nas fazendas, passando pelos “negros de estimação”, até os alforriados que trabalhavam nas cidades.

Zulmira, que teve os seus filhos vendidos, Ifigênia, a cozinheira desdentada, João Criolo, o escravo faiscador, Antônio, o negro alforriado são alguns dos personagens do livro, que traz também contos inspirados em fatos reais da história brasileira, como o que relata o flagelo do alufá Bilal Licutan, um dos líderes da Revolta dos malês de 1835, condenado a 24 dias de açoites.

O autor conta que pesquisou por cerca de vinte anos livros e documentos sobre a escravidão. Diz ter encontrado muitos textos importantes, mas nenhum deles trazia o negro como protagonista de sua própria história. “Era apenas a imagem estereotipada do vitimizado em busca de liberdade”, comenta.

Há quatro anos, começou a rascunhar as primeiras histórias, mas não se agradou com os resultados. Em 2013, escreveu Minha Lorinha – texto que mostra relação de apego de uma escrava e sua senhora. Foi aí que encontrou a voz que buscava para os contos que se seguiram. “Dei personalidade, outras facetas, outros olhares, outras vozes, para levar aos leitores boas histórias”, comenta: “São páginas escritas com muita potência e capazes de tornar o autor Plinio Camillo porta-voz de uma etnia que matiza 52% dos brasileiros”, afirma a jornalista e escritora Nanete Neves, que assina a orelha da obra, prefaciada pelo presidente da Fundação Pedro Calmon, Zulu Araújo.

O livro está em pré-venda no site da 11 Editora, com 10% de desconto, de R$ 45,00 por R$40,50 (www.11editora.com.br)
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Segundo Zulu Araújo (militante do movimento negro brasileiro e presidente da Fundação Pedro Calmon): Texto firme, melodioso, articulado. Impressão primeira de quem lê o livro de contos de Plínio Camillo. Mais que isto, texto criativo e ousado, como tem sido a vida dos escravizados desde quando pisaram, pela primeira vez, nas terras do além-mar africano – a Terra Brasilis. São contos de todos os cantos que mostram de forma simples e profunda a dor, o sofrimento e a alegria de gente de vários lugares do continente africano, sejam eles n’golas, iorubas, congos, fulas ou hauçás. Ou mesmo afro-brasileiros. São contos da vida e de vidas vividas. São contos. São cantos. Às vezes lamentos. Lamentos indignados, incontidos, diante do tormento vivido por tanta gente ao longo de tanto tempo. Mas são tão bonitos e bem escritos que nos remetem à nossa saga de todos os tempos – a busca permanente pela liberdade. Liberdade de ir, de vir, de sorrir, de sambar. De amar e de trabalhar. Livre, leve e solto.”



E também que “Plínio Camillo passeia por histórias acontecidas ou vividas tanto no continente africano quanto em terras brasileiras, no período escravocrata e pós. Neste passeio, com os pés fincados na África e no Brasil, ora Plínio se faz acompanhar do escritor togolês Kangni Alem, autor de um dos livros mais interessantes sobre a migração forçada para o Brasil e a consequente formação da comunidade afro-brasileira no país, intitulado Escravos, ora se aproxima da contundência histórico-ficcional de Ana Maria Gonçalves, no seu célebre Um Defeito de Cor.  O que significa dizer - “boa romaria faz, quem em sua casa fica em paz”. E me senti verdadeiramente em paz ao escrever sobre estas Outras Vozes. Até porque, não são vozes comuns, apesar de tratar da vida de tantos seres comuns. São vozes ditas com outras palavras de quem domina a arte do bem escrever, do bem contar. São vozes que, quando acompanhadas das palavras escritas de forma poética pelo autor, revelam parte da nossa história que teimam em esconder dos nossos livros.”

Cabe ressaltar que segundo Nanete Neves (jornalista, tendo prestado serviços para a importantes veículos nacionais de comunicação, atuando também como ghostwriter, coordenadora editorial e preparadora para grandes editoras.): “O que se aprende na escola se reduz às leis que, muito depois dos outros países, aos poucos foram acabando com a escravidão no Brasil. O que se vê nos filmes e novelas de TV é sempre algo açucarado que se prende às chibatas, aos castigos, injustiças e histórias de amores impossíveis entre gente de cor diferente, com os negros sempre como coitados e sem individualidade alguma.  Mas Plinio Camillo em “Outras vozes” abre o panorama e subverte tudo ao dar para o negro escravizado um perfil e uma voz dissonante, ousando destoar do pouco que nos foi ensinado - e que fomos forçados a acreditar.”

O autor conta que pesquisou por cerca de vinte anos, livros e documentos sobre a escravidão. Diz ter encontrado muitos textos importantes, mas nenhum deles trazia o negro como protagonista de sua própria história. “Era apenas a imagem estereotipada do vitimizado em busca de liberdade”, comenta.

Há quatro anos, começou a rascunhar as primeiras histórias, mas não se agradou com os resultados. Em 2013, escreveu Minha Lorinha – texto que mostra relação de apego de uma escrava e sua senhora. Foi aí que encontrou a voz que buscava para os contos que se seguiram. “Dei personalidade, outras facetas, outros olhares, outras vozes, para levar aos leitores boas histórias”, comenta.

Plínio Camillo nasceu em Ribeirão Preto em 1960, reside em São Paulo desde 1984, tendo vivido em Campinas entre 1998 a 2001. Ator, educador social, atuou com crianças e adolescentes de rua e hoje trabalha na área de comunicação de uma empresa estatal.
Publicou seu primeiro livro “O Namorado do Papai Ronca” em 2012, selecionado pelo Concurso de Apoio a Projetos de Primeira Publicação de Livro no Estado de São Paulo do ano de 2011 (ProAC Edital nº 32/2011), e lançado pela Prólogo Selo Editorial em parceria com o Instituto Cultural Mundomundano, chamando a atenção pela inovação na linguagem, apropriando-se do modo de expressão usual nas redes sociais.

Em 2014, publicou, pela Editora Kazua, a coletânea de contos: “Coração Peludoque nesta descreve situações marcantes em formas curtas. O protagonista compartilha com o leitor momentos diversos e decisivos da sua experiência de vida, tão surpreendente quanto a linguagem do escritor. Em poucas, mas certeiras palavras, dá o tom das circunstâncias, descreve personagens e conclui as passagens que seu narrador escolhe para relatar.

Mantém os Blogs:
Coração Peludo: http://cervejaerua.wordpress.com/
O Namorado do papai ronca: http://pliniocamillo.wordpress.com/

Contatos - Autor: Plínio Camillo
Endereço eletrônico: pcamillo60@uol.com.br
Telefone: 11 99627-9640

Contatos – Editora: José Renato de Almeida Prado
11 Editora - www.11editora.com.br
Endereço eletrônico: joserenato@11editora.com.br
Telefone: 14 3032-2513

lundi 21 septembre 2015

Inauguração do novo Consulado de Genebra


Marcos Assumpção no Consulado de Genbra


Palestra no Consulado de Genebra


Jazz com Cristtina Davet em Genebra



vendredi 18 septembre 2015

VARAL ESTENDIDO! VARAL DA PAZ 2015!

 

O significado da palavra Paz no dicionário é:
1     relação entre pessoas que não estão em conflito; acordo, concórdia
2     relação tranquila entre cidadãos; ausência de problemas, de violência
Ex.: o bom funcionamento da   justiça garante a p.
3 situação de uma nação ou de um Estado que não está em guerra
Ex.: tempos de p.
4 cessação total de hostilidades  entre Estados, mediante celebração de tratado; armistício
Ex.: os países beligerantes finalmente vão assinar a p.
5 estado de espírito de uma pessoa que não é perturbada por conflitos ou inquietações
Ex.: sua consciência está em p.
6 estado característico de um lugar ou de um momento em que não há barulho e/ou agitação; calma, sossego
Ex.: a p. de um mosteiro
E fora do dicionário, não é preciso ir longe para saber que Paz é Amor!
Sou devota do amor. Nele acredito   piamente. Sei dos seus feitos e milagres, creio em tudo o que ele é capaz de realizar. O amor é o maior, o mais belo dos sentimentos e é através dele que tudo o que é bom acontece. Amar a si mesmo, amar os seus pais, filhos, familiares, amigos, irmãos de vida. Amar o universo e tudo o que dele faz parte. E pelo amor conhecer a única verdade: quem ama não destrói, não usa da crueldade, não sabe ser mau, não mata. Porque o amor é vida que se eterniza na bondade.
Que a Paz, em sua forma mais sagrada, exista sempre dentro de cada ser para que possa se expandir e curar nosso Planeta e suas criaturas!

Leia no site do Varal (www.varaldobrasil.com) na seção Revistas
Ou peça pelo e-mail varaldobrasil@gmail.com

jeudi 17 septembre 2015

Campanha Reedição do Romance Brumas da Ilha


A intenção é publicar a 2ª edição do romance ​Brumas da Ilha  totalmente nova e revisada.

Brumas da ilha é um Romance histórico (Séc. XVIII) que aborda colonização açoriana no Sul do Brasil e, em conjunto, traz uma das histórias sobre a Inquisição na Europa, que envolvem Portugal, Arquipélago do Açores e a Ilha de Santa Catarina/BR.
Clique no link abaixo e saiba tudo sobre como ajudar para que o Livro retorne na versão impressa.



APOIEM​ E COMPARTILHEM​ !

PARA QUE MAIS PESSOAS POSSAM CONHECER A HISTÓRIA POR DETRÁS DA LENDA. ​


mercredi 16 septembre 2015

III Prêmio Literário Escritor Marcelo de Oliveira Souza,IWA

(inscrições de 10 de agosto 2015 até a cota do livro estiver preenchida - 80 autores) 


Realização dos sites www.poesiassemfronteiras.no.comunidades.net ; http://marceloescritor2.blogspot.com e faceboook.com/psfronteiras 
Apoio: Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências /RJ; Academia de Letras de Teófilo Otoni /MG; Clube dos Escritores Piracicaba SP; e International Writers & Artists EUA; Sociedade Ibero Americana de Escritores e Escbrás/MG.
Com o objetivo de estimular escritores de todo o Brasil e de outros países, o concurso premia os melhores trabalhos, comprovando o sucesso com sua 3a edição. 
Em parceria com o Celeiro dos Escritores, TODOS os trabalhos participantes do evento estarão publicados na Antologia; e todos os autores  receberão um exemplar da obra, na residência, sem nenhum ônus além da taxa de inscrição (via correios, registrado). 
Nesse Prêmio aceitaremos todas as expressões artísticas literárias: Contos, poesias, crônicas,haicais etc, desde que: O poema tenha até 35 versos e a crônica, conto ou outra expressão não passe de 1500 caracteres.
Taxa de inscrição: R$ 43,00 que corresponde a 01 exemplar da Antologia. 
(A ser paga através de boleto bancário, que será enviado ao autor inscrito pelo Celeiro.) 
É permitido participar com mais poesias, observando: Uma poesia para cada inscrição. 
Exemplo: 01 inscrição - R$ 43,00 = 01 exemplar da Antologia. 

02 inscrições - R$ 86,00 = 02 exemplares da Antologia e assim sucessivamente.
Dúvidas: entrar em contato com: Marcelo Souza – Telefone : 71-92510196  e-mail : marceloosouzasom@hotmail.com. 
O RESULTADO dos vencedores será divulgado no site oficial do concurso: www.poesiassemfronteiras.no.comunidades.net ; http://marceloescritor2.blogspot.com;faceboook.com/psfronteiras , por e- mail. 
Premiação: 
1°lugar: Troféu + Livro Sobrevivendo + Certificado + texto  publicado  em destaque na Antologia e no site oficial do concurso  
2° lugar: Certificado+ Dicionário de Escritores Contemporâneos da BA + texto publicado em destaque na Antologia e no site oficial do concurso. 
3° lugar: Certificado + Revista Literária do Clube dos Escritores de Piracicaba + texto  publicado em destaque na Antologia e no site oficial do concurso. 

Marcelo de Oliveira Souza,IWA 
Organizador e patrono do evento
Obs: O livro Sobrevivendo é de crônicas que versa sobre a dificuldade de vida nas grandes cidades; A Revista literária é do Clube dos Escritores de Piracicaba-SP; O dicionário foi organizado por Carlos Souza.


Inscrições somente através do site:


Opção : Prêmio Escritor Marcelo

Feira do Livro do Porto - convite, sessão de autógrafos "Há Festa no Céu"

Tenho o prazer de vos convidar para a sessão de autógrafos do meu mais recente livro infanto-juvenil - Há Festa no Céu – que terá lugar na Feira do Livro do Porto no próximo domingo, dia 20, das 14 às 15:30 horas, no stand Alêtheia n° 30.

Ficarei muito feliz por poder rever, ou conhecer pessoalmente, todas(os) que aceitem o meu convite e venham à feira nessa ocasião. Aguardo a vossa visita.

Há Festa no Céu foi publicado por Sinapis editores. Quanto ao ebook respectivo, encontra-se à venda em todos os sítios da Amazon. Também disponível em versão francesa.

Adaptada de um conto do folclore brasileiro, esta peça de teatro passa-se algures na luxuriante floresta tropical amazónica, onde existe grande alvoroço entre a passarada por causa de uma festa no céu.  Que grande desilusão, contudo, para os outros animais da floresta que também gostariam de participar, especialmente para o sapo, que não compreende que animais sem asas não podem voar até às alturas do céu.

Para atingir os seus fins, o bom do nosso amigo Sapo inventa um estratagema, mas... afinal é ele que vai sofrer as consequências da sua própria brincadeira...


Neste divertido conto, todos os animais são dotados do dom da palavra, fantasia ficcional que acentua o cunho contemporâneo deste conto clássico, a que vêm dar mais colorido algumas rimas cantadas pelo coro dos animais.

As ilustrações a cores são da autoria da ilustradora luxemburguesa Andrée Staar.

Saudações cordiais.

mardi 15 septembre 2015

CONVITE DA ACADEMIA DE LETRAS DE TEÓFILO OTONI


TEXTO DE MARIA APARECIDA FELICORI (VÓ FIA)


Clique na foto para ampliar

lundi 14 septembre 2015

VENHA PARTICIPAR DA REVISTA VARAL DO BRASIL!

Inscreva-se e participe da edição especial sobre a PAZ!
Envie seu texto (poema, crônica, conto, trova, etc.) para o e-mail varaldobrasil@gmail.com e faça parte desta edição que evoca a Paz em todos os seus sentidos!
Inscrições abertas até 15 de setembro.
A revista especial sobre a PAZ será distribuída a partir de 25 de setembro.

Participe da edição de aniversário do Varal do Brasil!
Envie seus textos (prosa ou verso) com tema livre para nosso e-mail até o dia 20 de setembro.
A edição de novembro (edição de aniversário) será distribuída no final de outubro.


MARCOS ASSUMPÇÃO


CONVITE DE GRECIANNY CARVALHO CORDEIRO


samedi 12 septembre 2015

SAUDADE - OFICINA CRIATIVA DO GRUPO DO VARAL DO BRASIL NO FACEBOOK

Organização de Isabel Vargas



PROSA


 "A saudade é uma jovem senhora que toma café comigo todas as manhãs!"


 Saudade é a lembrança boa da presença da pessoa amada ou querida, tenho muitas saudades, mas também de alguém eu não sinto saudade, de uma pessoa que simplesmente passou pela minha vida.  Essa é a saudade que não sinto...
                                                                                                                                                                                                Carmen Di Moraes

* Saudade é o amor que faz desaguar os olhos e deixar em ressaca o oceano de emoções que habita o coração.

⃰ Saudade sentimento que inebria a alma, acalenta a dor e enobrece o espírito.

 ⃰ Sinto saudade do tempo em que o nada me era tudo...

     Flavia Assaife

                                                      Saudade

O relógio do tempo marca as horas e os dias que fiquei sem ti/ mas o relógio do coração não consegue contar as lágrimas derramadas pela tua ausência, súbita e cruelmente imposta pela vida/ Assim você se foi, um dia, deixando dilacerado todo o meu ser/ que geme inteiro de saudade.



  




POEMAS-VERSOS LIVRES


                                                  Saudades de ser criança

Tenho saudades, e como tenho!,
da infância já distante
onde a vida era
uma brincadeira
em todos
os
sentidos...
amigos!
brinquedos!
de verdade, de mentirinha...
comidinha e felicidade
no prato
e no coração
da criança que fui!


Saudade

O frio da noite envolve-me em seus braços...
Recordações chegam como nuvens sorrateiras...
Lágrimas rolam pela minha face...
Formam um rio caudaloso.
Ele corre desenfreado
Soando notas musicais...
Aos poucos, em coro,
Transforma-se em suave melodia...
Vai lentamente embalando todo meu ser.
Abre as portas de minha alma...
Acorda recordações de um passado distante...
Reabre velhas feridas, e boas lembranças...
Reviver entes queridos, que embora distantes
Continuam vivos nas recordações.
Rio de águas claras, e tépidas...
Envolve meu ser, e com sua cantiga
Acalenta meu coração...
Um milagre acontece...
A calma chega,
E aos poucos adormeço.
Ah! Como é bom poder recordar...
Como é bom poder sentir
SAUDADE





Chuva de Saudade
AnnaRibeiro

Verão – Cidade interiorana...Chuva!
Em meio fio borbulham aguas barrentas
Casa modesta!
Telhas lavadas pelos temporais
Teto sem forro
Olhos da infância, no furo do cobertor
Nas paredes o iluminar dos raios!
Espelhos cobertos
Folha benta
Oração a Santa Barbara
A tempestade passou
Sol brilha de doer a vista...
Portas e janelas escancaradas!
(Não consigo ouvir o gargalhar da infância)
Hoje a chuva na vidraça,
Chora em gotas a minha Saudade!
Neyde Bohon

A SAUDADE QUE NÃO SINTO

Saudade da saudade que não tenho...
Do amor que não vivi, até do amor que não perdi...
Saudade de tudo que não tive,
Até da sombra no caminho...
Que não vi, de um amor que não partiu...

Saudade de tudo que queria ter... e não tive...
Saudade do abraço do retorno,
Do aconchego do carinho, do beijo na madrugada.
Nada foi como eu queria,
Por isso não tenho saudade.

Tenho lembrança quase esquecida...
De um “amor” que não foi um amor...
Que com o tempo... se apaga cada vez mais,
Hoje amortecida e moribunda jaz... no chão,
Como que alguém a tivesse esquecido, e se ido.

E que não deixou nada...
Nem a sombra no caminho... nem o beijo de carinho...
Para que eu pudesse sentir uma saudade...
Essa é... A saudade que não sinto...




SAUDADE

Saudade
Sorrateira,
Silenciosamente,
Sopra Sussurros
sobre mim.
Saudade,
Solitária
Sensação de
Solidão.
Saudade,
Sentimento
Solto no peito.
Saudade,
A presença constante
Da ausência de alguém.
Isabel Albuquerque



Hoje a saudade chegou
Tão viva e colorida em sua melhor edição
Trouxe com ela a angústia
A distância dos oceanos
O movimento do vento nas folhas leves de um outono
A luz que reinou em nosso silêncio
O som do mar ao pensamento
Como um triste componente do coração
Hoje a saudade chegou
Eloquente, despertou o encanto
Adormeceu a razão
Persistente, aninhou os sentidos
Queria ficar...
Mas não era o acaso, era a dor.
Sandra Nascimento 


Saudade
que me leva na corrente desarmada
de olhos fechados para o Sol.
Flutuam em versos silenciosos
na margem do rio, pedaços de Lua,
Que me apagam na sombra dos teus olhos...



                                                           SAUDADE

                                                     Sentimento indefinível
Indecifrável
Que se instala no lugar
De alguém muito amado

Saudade...

Vontade de ver
De abraçar
De segurar na mão
De sentir o cheiro
De sorrir seu sorriso
De beijar com ternura

Saudade...

É o amor que ficou
Instalou-se placidamente
E mantém viva
A lembrança de seres maravilhosos
E momentos inesquecíveis.

Saudade...


                                                          Isabel Vargas


  SAUDADE

Saudade é repletar o dentro do peito
Com o que mora do lado de fora.

Saudade é a estranha essência
Que faz os olhos verter pranto.

Saudade é perpetuar nos poros do espírito
O doce frêmito que endoidece a derme.

Saudade é fazer duas almas distantes
Morarem juntas num só coração.





Saudade

De acordar na mesma casa,
Do café da manhã no início do dia,
Dos almoços juntos, embora corridos,
Das palavras rápidas para dar conta de tudo
Que havia a ser dito em curtos espaços de tempo.

Saudade
Dos planos em conjunto,
Das dúvidas colocadas para todos,
Das risadas e até dos aborrecimentos.
Dos encontros marcados
E daqueles inesperados.
Da chave na porta anunciando a chegada.

Saudade
Dos cheiros peculiares, dos toques,
Dos beijos da chegada e da saída
Saída que um dia foi definitiva,
Sem anúncio, sem despedida,
Sem beijo, sem abraço, sem dó.


Saudades de meu quintal

Ah, saudades de meu quintal mágico
Mundo encantado
De pequenas camponesas
Que gritando fugiam
De índios levados
Armados de estilingues e mamonas
O místico castelo da rainha
no final do canteiro de alfaces
levava direto à casa do ogro
No poleiro mais alto
Defendida pelo galo
De crista quase amarela
No mar verde de grama
Singravam brilhantes bacias piratas
Por entre velas coloridas estendidas no varal
Ah, mágico quintal
Que nos ensinou a conversar com assombração.





Pensando em Saudade
Ana Rosa Santana

Saudade,
Do que se foi,
De quem perdi,
Da vida que não levei,
Dos dias calmos de outono,
Do vento espalhando meus cabelos,
De minha alma jovem,
Da coragem impetuosa,
Do medo insensato,
Da esperança perdida...

Saudade,
Dos anos passados,
Das escolhas feitas,
Das palavras que calei,
Das chances desperdiçadas,
Dos lugares que não fui,
Do arrependimento que não tive...

Saudade,
Dos dias de luta,
Da paz conquistada,
Dos beijos roubados,
Do rubor inocente,
Da risada contagiante
Dos segredos escondidos,
Das verdades declaradas...

Saudade,
De sentir saudade...

Ana Rosenrot





Saudade
Ontem, sensação de vazio, frio,
canção inacabada, sem graça...
paixão, ilusão contraditória,
beijos na noite fria.
Hoje, sentimento benéfico,
tênue reflexo, sem nexo...
formigas, abelhas no mel,
sensação de perda, dor sentida.
Nem ontem ou hoje...
passos vagarosos, vorazes,
Todo dia igual, rotina doida...
Risos em noite fria.
Amanhã, suavidade diáfana
condição do que é solitário...
Voz na madrugada, relva molhada.
dor escondida, saudade voraz!!!


                                                       Marilu R F Queiroz

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